Constelações Contemporâneas: 3 motivos para não perder a exposição

Em cartaz no Teatro Nacional Claudio Santoro, a mostra Constelações Contemporâneas tem visitação gratuita diária até 17 de julho

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Gustavo Lucena/Metrópoles
Brasília-DF (19/05/2026) Abertura da exposição Constelações Contemporâneas da Cena Artística de Brasília Fotos: Gustavo Lucena/METRÓPOLES
1 de 1 Brasília-DF (19/05/2026) Abertura da exposição Constelações Contemporâneas da Cena Artística de Brasília Fotos: Gustavo Lucena/METRÓPOLES - Foto: Gustavo Lucena/Metrópoles

A exposição Constelações Contemporâneas da Cena Artistica de Brasília tem atraído visitantes ao Teatro Nacional Cláudio Santoro ao reunir arte, história e memória cultural em um dos espaços mais simbólicos da capital. Com obras de artistas de diferentes gerações, marca um importante momento de retomada cultural para Brasília. Promovida pelo Metrópoles Arte, a mostra funciona diariamente, das 10h às 20h, com entrada gratuita para os visitantes.

A iniciativa em cartaz até 17 de julho e realizada com apoio da Secretaria de Turismo do Distrito Federal (Setur-DF) firma-se como um manifesto da arte brasiliense, reunindo cerca de 42 figuras de diferentes linguagens e gerações para apresentar a cidade como um organismo vivo e em constante transformação cultural.

Foto colorida da abertura da exposição Constelações Contemporâneas da Cena Artística de Brasília - Metrópoles
A abertura da exposição contou com a presença de autoridades, artistas, curadores e convidados

Abaixo, três motivos para visitar Constelações Contemporâneas:

  • Reabertura do Teatro Nacional

Um dos principais motivos para visitar a exposição é justamente a reabertura e reocupação do Teatro Nacional, patrimônio histórico e cultural do Distrito Federal.

O espaço, que faz parte da identidade da cidade, volta a receber o público com atividades culturais e exposições que aproximam os brasilienses da arte e da história local.

Alunos do Caic JK visitam mostra Constelações Contemporâneas no DF
Alunos do Caic JK visitam mostra Constelações Contemporâneas no DF
  • Artistas de diferentes gerações

Outro destaque da mostra é a presença de artistas brasilienses de diferentes épocas e estilos. A exposição reúne nomes de várias gerações, permitindo que o visitante conheça diferentes olhares sobre Brasília, suas transformações e sua produção artística ao longo do tempo. A diversidade das obras também ajuda a mostrar a força da cena cultural da capital.

Constelações Contemporâneas: 3 motivos para não perder a exposição - destaque galeria
17 imagens
Artistas visual, fotógrafa e designer de moda, Thamires investiga memória, afeto e paisagem como territórios simbólico. Para Constelações Contemporâneas, trouxe a série Serra Dentro
Formada pela Universidade de Brasília, Patrícia investiga o vidro como matéria orgânica e simbólica, explorando luz, transparência e transformação
Sobre a obra apresentada, Raylton Praga explicou que sua pesquisa é baseada em formas geométricas e na liberdade de interpretação do público
Rogério Roseo desenvolve a pintura centrada na experiência humana e na instrospecção
Mestre em Artes Visuais pela Universidade de Brasília, Taigo Meireles dialoga com a tradição da pintura histórica, cenografia clássica e cinema
Valéria Pena-Costa
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Valéria Pena-Costa

Wey Alves/ Metrópoles
Artistas visual, fotógrafa e designer de moda, Thamires investiga memória, afeto e paisagem como territórios simbólico. Para Constelações Contemporâneas, trouxe a série Serra Dentro
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Artistas visual, fotógrafa e designer de moda, Thamires investiga memória, afeto e paisagem como territórios simbólico. Para Constelações Contemporâneas, trouxe a série Serra Dentro

Gustavo Lucena/ Metrópoles
Formada pela Universidade de Brasília, Patrícia investiga o vidro como matéria orgânica e simbólica, explorando luz, transparência e transformação
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Formada pela Universidade de Brasília, Patrícia investiga o vidro como matéria orgânica e simbólica, explorando luz, transparência e transformação

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Sobre a obra apresentada, Raylton Praga explicou que sua pesquisa é baseada em formas geométricas e na liberdade de interpretação do público
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Sobre a obra apresentada, Raylton Praga explicou que sua pesquisa é baseada em formas geométricas e na liberdade de interpretação do público

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Rogério Roseo desenvolve a pintura centrada na experiência humana e na instrospecção
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Rogério Roseo desenvolve a pintura centrada na experiência humana e na instrospecção

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Mestre em Artes Visuais pela Universidade de Brasília, Taigo Meireles dialoga com a tradição da pintura histórica, cenografia clássica e cinema
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Mestre em Artes Visuais pela Universidade de Brasília, Taigo Meireles dialoga com a tradição da pintura histórica, cenografia clássica e cinema

Gustavo Lucena/ Metrópoles
De sobradinho, Pamella investiga a cultura digital brasileira como campo simbólico e político. Para as exposição, provoca o observador com as obras Alguém tem que chorar pros mlk sorrir e Deu a louca no gerente
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De sobradinho, Pamella investiga a cultura digital brasileira como campo simbólico e político. Para as exposição, provoca o observador com as obras Alguém tem que chorar pros mlk sorrir e Deu a louca no gerente

Gustavo Lucena/ Metrópoles
Patricia Monteiro usa as paisagens do Cerrado para construir imagens como território de memória
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Patricia Monteiro usa as paisagens do Cerrado para construir imagens como território de memória

Wey Alves/ Metrópoles
Artista plástico e professor aposentado de desenho, pintura e história da arte da Universidade de Brasília, Nelson Maravalhas expõe três pinturas hipnagógicas na mostra
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Artista plástico e professor aposentado de desenho, pintura e história da arte da Universidade de Brasília, Nelson Maravalhas expõe três pinturas hipnagógicas na mostra

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Doutor em Artes Visuais pela Universidade de Brasília, Marcos Antony desenvolve pesquisa a partir da tensão espacial entre centro e periferia, especialmente ao provocar contrastes entre O Plano Piloto e a região do Paranoá/Itapoã, onde cresceu
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Doutor em Artes Visuais pela Universidade de Brasília, Marcos Antony desenvolve pesquisa a partir da tensão espacial entre centro e periferia, especialmente ao provocar contrastes entre O Plano Piloto e a região do Paranoá/Itapoã, onde cresceu

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Maria Porto é brasiliense e vê na cidade um potencial de referência nas artes visuais. Para a exposição, traz as obras Primeiro Pedaço, Uma Festa de Adeus e Surpresa, onde explora metáforas e texturas
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Maria Porto é brasiliense e vê na cidade um potencial de referência nas artes visuais. Para a exposição, traz as obras Primeiro Pedaço, Uma Festa de Adeus e Surpresa, onde explora metáforas e texturas

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O projeto colaborativo DUPLAplus surge da parceria de Luisa Günther e Ary Coelho — falecido em 2017 —, onde que exploram fotodanças como objeto de memória, afeto e permanência. Hoje o projeto segue com a ajuda das filhas, Emilia Gunther, Betina Gunther e Flora Gunther
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O projeto colaborativo DUPLAplus surge da parceria de Luisa Günther e Ary Coelho — falecido em 2017 —, onde que exploram fotodanças como objeto de memória, afeto e permanência. Hoje o projeto segue com a ajuda das filhas, Emilia Gunther, Betina Gunther e Flora Gunther

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Nascido em Ceilândia, mas criado em Minas, Gabriel Matos explora a trajetória de exílio rural por meio de obras que passeiam entre a fotografia, o bordado, a colagem e a escultura
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Nascido em Ceilândia, mas criado em Minas, Gabriel Matos explora a trajetória de exílio rural por meio de obras que passeiam entre a fotografia, o bordado, a colagem e a escultura

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Orgulhosamente “cria de Ceilândia”, Gu carrega na arte e no nome o orgulho da região em que nasceu. Para a exposição, explora fotografia, intervenção urbana e audiovisual para refletir a cidade e o pertencimento
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Orgulhosamente “cria de Ceilândia”, Gu carrega na arte e no nome o orgulho da região em que nasceu. Para a exposição, explora fotografia, intervenção urbana e audiovisual para refletir a cidade e o pertencimento

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A série Do Chão para o Chão, aposta de Helena em Constelações Contemporâneas, é resultado de uma experiência física e existencial, na qual explora memória, ausências e permanência através do observar e fotografar o chão  
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A série Do Chão para o Chão, aposta de Helena em Constelações Contemporâneas, é resultado de uma experiência física e existencial, na qual explora memória, ausências e permanência através do observar e fotografar o chão  

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Formada em Artes Visuais pela Universidade Federal da Paraíba, Íris Helena investiga criticamente a paisagem urbana de Brasília. Na obra Primeira Pedra, exposta na mostra, ela utiliza impressão sob Pedras Portuguesas coletadas na Praça dos Três poderes
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Formada em Artes Visuais pela Universidade Federal da Paraíba, Íris Helena investiga criticamente a paisagem urbana de Brasília. Na obra Primeira Pedra, exposta na mostra, ela utiliza impressão sob Pedras Portuguesas coletadas na Praça dos Três poderes

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Natural do Rio Grande do Sul, Léo Tavares revela que acolheu Brasília como lar e que grande parte de seu repertório criativo nasceu no Planalto Central
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Natural do Rio Grande do Sul, Léo Tavares revela que acolheu Brasília como lar e que grande parte de seu repertório criativo nasceu no Planalto Central

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  • Entrada gratuita

Além disso, a entrada gratuita torna a experiência ainda mais acessível. A mostra oferece ao público a oportunidade de conhecer importantes produções artísticas sem custo, incentivando o acesso à cultura e aproximando novos visitantes dos espaços culturais da cidade.

A exposição é gratuíta e aberta ao público todos os dias da semana

Detalhes da exposição

A mostra Constelações Contemporâneas da Cena Artística de Brasília se estrutura a partir da ideia de “constelação” como fio condutor curatorial, conceito que propõe encontros, múltiplos pontos de vista e diálogos. Segundo a curadora Monica Tachotte, a exposição se desenvolve a partir de eixos principais, como território, memória, paisagem, corpo e experiência, que atravessam a produção dos criadores de diferentes maneiras.

Ao reunir trajetórias distintas, a mostra constrói um campo de diálogo que evidencia contrastes e afinidades dentro da produção contemporânea, reforçando Brasília como um polo criativo nacional que ultrapassa sua herança modernista.

O projeto reúne mais de 200 obras abertas a múltiplas interpretações, convidando o público a construir suas próprias leituras e experiências diante da arte.

Conheça os artistas que integram a mostra

Confira os nomes dos artistas participantes:

Andre Santangelo, Antônio Obá, Bruna Zanatta, Camila Soato, Capra Maia, Carlos Lin, Celso Junior, Christus Nóbrega, Courinos, Daniel Jacaré, Daniel Toys, David Almeida, Desirée Feldmann, Gabriel Matos, Gisel Carriconde, Gu da Cei, Helena Lopes, Iris Helena, Julio Lapagesse, Karina Dias, Leo Tavares, Luísa Gunther e Dupla Plus, Marcos Antony, Maria Porto, Marina Fontana, Nelson Maravalhas, Pamela Anderson, Patricia Monteiro, Patrícia Bagniewski, Paula Calderon, Raquel Nava, Raylton Parga, Renato Rios, Rogério Roseo, Samantha Canovas, Taigo Meireles, Tamires Moreira, Valéria Pena-Costa, Victoria Serendinicki e Virgílio Neto
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Obra de Tamires Moreira
Arte de Patricia Bagniewski
Arte de Samantha Canovas
Arte de Julio Lapagesse
Antônio Obá participa da mostra Constelações Contemporâneas
Arte de Taigo Meireles
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Arte de Taigo Meireles

Imagem cedida ao Metrópoles
Obra de Tamires Moreira
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Obra de Tamires Moreira

Arte de Patricia Bagniewski
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Arte de Patricia Bagniewski

Imagem cedida ao Metrópoles
Arte de Samantha Canovas
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Arte de Samantha Canovas

Imagem cedida ao Metrópoles
Arte de Julio Lapagesse
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Arte de Julio Lapagesse

Imagem cedida ao Metrópoles
Antônio Obá participa da mostra Constelações Contemporâneas
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Antônio Obá participa da mostra Constelações Contemporâneas

Material cedido ao Metrópoles
Arte de Camila Courinos
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Arte de Camila Courinos

Arte de Luisa Günther
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Arte de Luisa Günther

Arquivo pessoal

Serviço

Constelações Contemporâneas da Cena Artística de Brasília

De 19 maio a 17 julho, no Foyer da Sala Villa-Lobos, no Teatro Nacional Claudio Santoro

Diariamente, das 10h às 20h, com entrada gratuita 

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