Renomado artista Carlos Lin integra mostra Constelações Contemporâneas
A mostra Constelações Contemporâneas irá reunir cerca de 40 artistas no Teatro Nacional Claudio Santoro; Carlos Lin é um deles
atualizado
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O artista visual, professor, curador, pesquisador e historiador da arte Carlos Lin é um dos participantes da exposição Constelações Contemporâneas da Cena Artística de Brasília, que ocupará o Foyer da Sala Villa Lobos, no Teatro Nacional Claudio Santoro. A mostra, uma produção do Metrópoles, reunirá cerca de 40 artistas para celebrar a diversidade da produção contemporânea desenvolvida em Brasília.
Carlos Lin nasceu na zona rural de Barretos, em São Paulo, em 1963. O artesão estudou na UNESP Jaboticabal (FCAV) e na Universidade de Brasília (UnB), graduando-se em história. Ainda fez especialização em linguagens artísticas e psicologia, e mestrado em arte contemporânea, estudando a obra de Hélio Oiticica.
“Costumo criar arte de diferentes tipos a partir de várias linguagens e materiais. Faço muitas fotografias, desenhos, textos, poemas, esculturas, vídeos, vídeo-arte e objetos. No momento, pesquiso o uso da fibra pura da palmeira azul, a instalação, a performance e as novas tecnologias”, conta ao Metrópoles.

O arte-educador acredita que sua arte contribui, em diferentes frentes, para a cena cultural de Brasília. Radicado na capital desde 1982, lecionou na UnB e na Fundação Dulcina, realizou diversas curadorias e participou de inúmeras exposições.
Além da vida na arte, atuo na interface entre história, filosofia, arquitetura e psicanálise, envolvendo-me com diversos setores da cadeia produtiva local. Isso me coloca em contato com um número grande de pessoas que contribuem muito com a minha lapidação.
Carlos Lin

Detalhes da participação na mostra
Carlos Lin conta que ficou muito feliz e honrado ao ser convidado para participar da exposição Constelações Contemporâneas da Cena Artística de Brasília. Ele irá apresentar um conjunto de obras recentes.
“Elas serão organizadas como uma instalação que dá prosseguimento à minha pesquisa com fibra vegetal natural de palmeira azul, além dos vínculos com a arte contemporânea produzida na capital do Brasil”, relata o artista.

Constelações Contemporâneas da Cena Artística de Brasília
A iniciativa amplia a atuação do Metrópoles no fortalecimento da cena cultural e na defesa de uma arte acessível a todos, apostando na ideia de constelação como fio condutor curatorial — um conceito que propõe encontros, diálogos e múltiplos pontos de vista. O projeto dá sequência à repercussão positiva da exposição É Pau, É Pedra…, que ocupa o Teatro Nacional com mais de 200 obras de Sergio Camargo e permanece aberta ao público até 13 de março.
Confira os nomes dos artistas participantes:
Andre Santangelo, Antônio Obá, Camila Soato, Capra Maia, Carlos Lin, Celso Junior, Christus Nóbrega, Courinos, Davi Almeida, Daniel Jacaré, Daniel Toys, Desirée Feldmann, Gabriel Matos, Gisel Carriconde, Gu da Cei, Helena Lopes, Iris Helena, Karina Dias, Leo Tavares, Luísa Gunther e Dupla Plus, Julio Lapagesse, Marcos Antony, Maria Porto, Marina Fontana, Nelson Maravalhas, Pamela Anderson, Paula Calderon, Patrícia Bagniewski, Raquel Nava, Raylton Parga, Rogério Roseo, Samantha Canovas, Taigo Meireles, Tamires Moreira, Valéria Pena-Costa, Victoria Serendinicki, Patricia Monteiro, Renato Rios, Bruna Zanatta e Virgílio Neto.
A exposição funciona como um manifesto da arte brasiliense, reunindo artistas de diferentes gerações, linguagens e pesquisas que ajudam a construir, diariamente, a identidade cultural do Quadradinho do DF. Com isso, ultrapassa sua herança modernista, apresentando Brasília como um organismo vivo, marcado por dinâmicas culturais, sociais e simbólicas em constante transformação.
ServiçoConstelações Contemporâneas da Cena Artística de Brasília
De abril a junho, no Foyer da Sala Villa-Lobos, no Teatro Nacional
Diariamente, das 12h às 20h, com entrada gratuita
