Expediente

O Metrópoles é um veículo de comunicação ágil, com linguagem acessível e totalmente focada no digital.

Informar, escutar, interagir, debater, denunciar, diversificar, entreter e prestar serviço à sociedade do Distrito Federal e do país são especialidades do portal.

Cerca de 25 milhões de usuários únicos prestigiam nossa página mensalmente, segundo o Google Analytics.

Esse grupo acessa 173 milhões de páginas no mesmo período. De acordo com relatórios divulgados pela ComScore, somos líderes de audiência no DF e mais acessado do Centro-Oeste entre os players locais.

O crescimento, primeiro no âmbito regional e agora em dimensões nacionais, nos colocou ao lado dos grandes portais de notícia do país, precisamente entre os dez maiores, ainda segundo levantamento da empresa americana.

Esses números são resultado do esforço coletivo de 150 profissionais que, com um apurado espírito de equipe, ajudam a assentar cada um dos tijolos do Metrópoles. Desde 2017, a página tornou-se portal de notícias e mantém parceria com Melhores Destinos, O Livre, Mais Goiás e Revista Mensch.

Contamos também com a Editora Metrópoles, que se propõe a publicar livros produzidos pelos jornalistas e colunistas da redação. Lançamos ainda a Metrópoles FM (104,1), reforçando o comprometimento do grupo com o jornalismo multimídia.

Nosso time

Grupo Metrópoles

  • Lilian Tahan

    Diretora-executiva61 99183-0292 / 61 3213-1744

    Dirige desde setembro de 2015 o site de notícias Metrópoles. É formada em comunicação social pela Universidade de Brasília (UnB), com especialização em jornalismo digital e gestão de empresa de comunicação pela ISE Business School, instituição vinculada à Universidade de Navarra, na Espanha. Antes do Metrópoles, trabalhou por 12 anos no Correio Braziliense e dois anos na revista Veja Brasília. Ao longo da carreira, conquistou prestigiados prêmios de jornalismo, como Esso, Embratel, CNT, CNI, AMB, MPT, Engenho.

  • Priscilla Borges

    Editora-executiva61 99579-9449 / 61 3213-1746

    Formada em jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB), tem especialização em multimídia pelo Centro Universitário de Brasília (UniCeub) e um master em jornalismo - gestão estratégica de empresas de mídia pelo ISE Business School. Atuou como repórter de educação, saúde e ciência no Correio Braziliense, foi editora da revista Darcy, repórter de educação e saúde do portal iG e coordenou a Assessoria de Comunicação do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Ganhou prêmios na área de educação e Direitos Humanos.

Metrópoles

  • Maria Eugênia

    Editora-chefe61 3213-1796

    Formou em jornalismo pelo Centro Universitário de Brasília (UniCeub) em 1988. No Jornal de Brasília, chegou ao cargo de editora-chefe. Trabalhou também no Correio Braziliense, na Band News FM, e foi coordenadora-adjunta de Comunicação para a Copa do Mundo 2014, junto ao Governo do Distrito Federal (GDF).

Tecnologia

MLabs

Editora Metrópoles

  • Luiz Oliveira

    Sócio e Editor61 3213-1771

    Formou-se em marketing e administração pela Universidade Georgetown, em Washington (EUA), e em cinema pelo Instituto de Ensino Superior de Brasília (Iesb). É sócio e colunista do Metrópoles e atua como roteirista e diretor nas horas vagas. Em 2017, publicou "Candango: Memórias do Festival, vol. 1", livro sobre o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, sob o pseudônimo de Lino Meireles.

Quem nos financia?

O portal, a editora e a rádio fazem parte do Grupo Metrópoles, pertencente ao empresário Luiz Estevão. Ainda que o ex-senador seja o principal financiador desde a inauguração, em 2015, a renda da empresa cresce devido à publicidade comprada por anunciantes locais, nacionais e internacionais.

Premiações

Campanhas Institucionais

Fazer jornalismo não se resume a publicar notícias. É preciso agir. Desde que entrou no ar, o Metrópoles mostrou que pretende mexer com Brasília, literalmente. Conheça três campanhas organizadas e divulgadas pela a equipe do portal.

#bsburaco

O Metrópoles convidou artistas de rua, em fevereiro de 2016, para participar do projeto #bsburaco. A proposta era transformar em desenho a raiva, a frustração, o sentimento de impotência e a indignação que sentimos todas as vezes que caímos em um buraco. Buscamos, por meio do grafite, sensibilizar o governo para essa epidemia asfáltica que tomou conta da capital da República.

No Distrito Federal, participaram do projeto Ju Borgê, Toys, Omik, Yong, Siren, Gurulino e Rato. O grupo personalizou 20 buracos em 11 regiões administrativas – inclusive em lugares centrais, como a via em frente à Catedral Metropolitana de Brasília. A primeira falha no asfalto foi tapada pelo governo em pouco mais de 24 horas e, ao longo daquela semana, todos os pontos com problema foram refeitos.

Os repórteres responsáveis pela matéria denunciaram que, em cinco anos, pelo menos R$ 800 milhões foram gastos pelo GDF com serviços de recapeamento, manutenção e construção de vias. Apenas com a Operação Tapa-Buraco, foram cerca de R$ 6 milhões mensais. Segundo a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), a ação é realizada o ano todo, e reforçada nos meses de chuva, quando o asfalto se desfaz.

#MeuAmigoSecreto

Além de ser comandada por três mulheres, metade da força de trabalho do Metrópoles é feminina. Somos feministas e não fugimos do debate. Participamos da campanha #primeiroassédio, quando brasileiras denunciaram agressões sofridas por elas, muitas vezes ainda na infância. As jornalistas do portal gravaram um vídeo para divulgar o movimento #meuamigosecreto. Evocando a tradição natalina, as funcionárias falaram, sem citar nomes, comportamentos machistas de ex-namorados, parentes, amigos ou colegas de profissão.

Reportagens que discutem o empoderamento feminino sempre tiveram espaço no portal. Meses antes do caso do ejaculador de São Paulo, que levou a questão do assédio em transportes públicos ao debate nacional, o Metrópoles havia publicado a matéria “Avisa quando chegar – O assédio que paralisa as mulheres”, sobre como esses crimes impedem as mulheres de quebrarem os ciclos de pobreza em que vivem.

Para discutir empoderamento feminino no país, o portal também produziu a reportagem “Campinas: o maior feminicídio em massa da história recente do Brasil”, na qual contextualizamos como a cultura do machismo permitiu um homem assassinar três gerações de mulheres pertencentes à mesma família. Além disso, demos vozes às vítimas de misoginia nas matérias “Três corações acertados pela cultura do machismo” e “A saga das mulheres venezuelanas refugiadas no Brasil”.

#meninomateus

Em maio de 2018, o Metrópoles publicou o drama do pequeno Mateus. Com poucos dias de vida, os médicos diagnosticaram uma má-formação cardíaca no bebê. A mãe da criança conseguiu na Justiça duas decisões determinando a imediata disponibilização de leito em UTI pediátrica. Sem a divulgação do caso até aquele momento, a ordem judicial acabou ignorada e não tinha sido o suficiente para gerar no governo o senso de urgência que a situação exigia.

Foi quando recebemos um apelo desesperado de Larissa, a mãe de Mateus. Imediatamente, o Metrópoles iniciou uma campanha para ajudar a criança e usou todos os meios disponíveis, inclusive o painel localizado no centro da cidade, exibindo a seguinte notícia: “Governador Rollemberg, ajude a salvar o Mateus. Ele precisa de uma UTI urgentemente”. Em 40 horas, o leito de Mateus estava garantido. Os esforços, entretanto, não supriram o tempo perdido na burocracia e, infelizmente, ele morreu após a cirurgia.

O portal continuou a ajudar outras famílias e se envolveu no caso da pequena Alice. Após um mês de espera por uma vaga na unidade de terapia intensiva (UTI) e duas decisões judiciais, a bebê de pouco mais de 1 mês que nasceu com cardiopatia congênita, passou por cirurgia bem-sucedida no Hospital das Forças Armadas (HFA).