Estreia nesta terça-feira (19/5) a mostra Constelações Contemporâneas da Cena Artística de Brasília, totalmente gratuita no Foyer da Sala Villa-Lobos, no Teatro Nacional Claudio Santoro. O evento, uma iniciativa do Metrópoles Arte, conta com a participação de aproximadamente 40 artistas do Distrito Federal e promete reunir obras de diferentes linguagens, gerações e trajetórias. A visitação para o público geral começa nesta quarta-feira (20/5). Para garantir o acesso ao local, os interessados devem realizar a reserva antecipada das entradas de forma virtual.
Acesso à plataforma: o primeiro passo consiste em abrir o site do Metrópoles Fine Arts clicando neste link.
Seleção da reserva: na página inicial do portal, o usuário deve localizar e clicar no botão escrito “Reserve seu ingresso grátis”.
Escolha do dia: o interessado precisa escolher a data em que deseja comparecer ao Teatro Nacional e selecionar a opção para reservar.
Preenchimento dos dados: é necessário indicar a quantidade de ingressos desejada e preencher os dados pessoais solicitados no formulário. Ao final, basta clicar em “Fazer inscrição”.
Arte de Julio Lapagesse
Os ingressos dão direito à visita da exposição, que propõe ao público percorrer um panorama diverso de obras e trajetórias da cena cultural do quadradinho. Artistas renomados e nomes emergentes prepararam uma seleção variada de trabalhos para a mostra, reunindo diferentes linguagens e expressões da arte contemporânea.
Com curadoria de Mônica Tachotte, profissional com mais de 14 anos de experiência no mercado de arte, o evento dá sequência à repercussão positiva da exposição “É Pau, É Pedra…”, que ocupou o Teatro Nacional com mais de 200 obras de Sergio Camargo e permaneceu aberta ao público de 10 de dezembro de 2025 até 13 de março de 2026.
Na nova montagem, temas como território, memória, corpo e paisagem aparecem como fios condutores, criando conexões possíveis entre obras distintas.
“Busquei reunir artistas que, embora trabalhem com diferentes linguagens, compartilham investigações que atravessam temas como território, memória, corpo e paisagem, criando pontos de contato possíveis dentro da diversidade”, afirma Mônica.
Monica Tachotte, curadora da mostra Constelações Contemporâneas
A proposta do projeto é valorizar as diferenças entre os artistas e suas produções, permitindo novas leituras e ampliando o entendimento do conjunto. Essa lógica dialoga diretamente com o conceito de constelação que orienta a mostra, ao destacar como obras distintas podem criar conexões e sentidos quando reunidas em um mesmo espaço.
8 imagens
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Arte de Taigo Meireles
Imagem cedida ao Metrópoles
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Obra de Tamires Moreira
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Arte de Patricia Bagniewski
Imagem cedida ao Metrópoles
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Arte de Samantha Canovas
Imagem cedida ao Metrópoles
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Arte de Julio Lapagesse
Imagem cedida ao Metrópoles
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Antônio Obá participa da mostra Constelações Contemporâneas
Material cedido ao Metrópoles
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Arte de Camila Courinos
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Arte de Luisa Günther
Arquivo pessoal
A iniciativa amplia a atuação do Metrópoles no fortalecimento da cena cultural e na defesa de uma arte acessível a todos, apostando na ideia de constelação como fio condutor curatorial — um conceito que propõe encontros, diálogos e múltiplos pontos de vista.
Serviço
Constelações Contemporâneas da Cena Artística de Brasília
De 19 maio a 17 julho, no Foyer da Sala Villa-Lobos, no Teatro Nacional
Diariamente, das 10h às 20h, com entrada gratuita
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