Constelações Contemporâneas movimenta cultura do DF. Veja bastidores!. Confira vídeo

Equipe técnica e artistas finalizam os últimos detalhes da mostra Constelações Contemporâneas no Teatro Nacional antes da abertura

atualizado

metropoles.com

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Matt Ferreira/Especial para o Metrópoles
Brasília – DF (05-03-2025)Passeio educacional na exposição É Pau, É Pedra… de Sérgio Camargo. / Fotos: Matt Ferreira/Especial para o Metrópoles.
1 de 1 Brasília – DF (05-03-2025)Passeio educacional na exposição É Pau, É Pedra… de Sérgio Camargo. / Fotos: Matt Ferreira/Especial para o Metrópoles. - Foto: Matt Ferreira/Especial para o Metrópoles

Nos últimos preparativos para a abertura da exposição Constelações Contemporâneas da Cena Artística de Brasília, o foyer da Sala Villa-Lobos, no Teatro Nacional Claudio Santoro, já revela a dimensão da mostra que reúne mais de 40 artistas do Distrito Federal, realizada pelo Metrópoles Arte. Entre ajustes de iluminação, montagem das obras e detalhes técnicos, o espaço se transforma em um grande percurso imersivo dedicado à produção contemporânea brasiliense. Os ingressos já estão disponíveis. Não perca tempo e retire o seu neste link.

Responsável pela engenharia da montagem, Rafael Soares da Silva destacou que o principal desafio foi integrar as obras ao próprio edifício, considerado uma das maiores referências arquitetônicas da capital.

É uma obra de arte dentro de outra obra de arte”, resumiu. Segundo ele, a equipe precisou equilibrar a presença das instalações com elementos históricos do teatro, como os jardins, painéis e estruturas tombadas.

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12 imagens
Arte de Patricia Bagniewski
Arte de Samantha Canovas
Arte de Gisel
Arte de Julio Lapagesse
Blogueirinha. Acrílica sobre tecido de emojis
Arte de Taigo Meireles
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Arte de Taigo Meireles

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Arte de Patricia Bagniewski
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Arte de Patricia Bagniewski

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Arte de Samantha Canovas
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Arte de Samantha Canovas

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Arte de Gisel
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Arte de Gisel

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Arte de Julio Lapagesse
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Arte de Julio Lapagesse

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Blogueirinha. Acrílica sobre tecido de emojis
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Blogueirinha. Acrílica sobre tecido de emojis

Arquivo pessoal
Arte de David Almeida
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Arte de David Almeida

Material cedido ao Metropoles
Seu trabalho parte de uma relação sensorial com os materiais e com o espaço
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Seu trabalho parte de uma relação sensorial com os materiais e com o espaço

Material cedido ao Metrópoles
Obra de Maria Porto
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Obra de Maria Porto

Material cedido ao Metrópoles
Ascese (Santa Lúcia de Carlo Dolci) 2023. Colagem/montagem.
Fragmentos de palavras cruzadas, fragmentos de livro de gramática, fotografias impressas, ilustrações impressas, papel cartão, mdf, ilhós, acrílica e esmalte sintético sobre madeira.100 cm x 91,5 cm
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Ascese (Santa Lúcia de Carlo Dolci) 2023. Colagem/montagem. Fragmentos de palavras cruzadas, fragmentos de livro de gramática, fotografias impressas, ilustrações impressas, papel cartão, mdf, ilhós, acrílica e esmalte sintético sobre madeira.100 cm x 91,5 cm

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Arte de Christus Nóbrega
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Arte de Christus Nóbrega

Divulgação
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Reprodução/ João Bidu

A iluminação também foi pensada para conduzir o visitante pela exposição. “Pensamos em esconder o máximo possível os equipamentos para não atrapalhar nem a visão das obras nem a percepção do espaço”, explicou. O resultado, segundo o engenheiro, é um “labirinto intuitivo”, construído a partir do diálogo entre luzes, cores e divisórias.

Nos bastidores, um dos trabalhos mais importantes quase não será percebido pelo público: a climatização do ambiente.

De acordo com Rafael, por conta do teto de vidro do foyer, foi necessário desenvolver soluções para controlar a temperatura sem interferir na estrutura original do Teatro Nacional. “Tudo isso sem perfurar ou quebrar nada, porque o teatro é tombado”, afirmou.

A exposição vai acontecer no foyer do Teatro Nacional

Entre artistas ajustando os detalhes finais das obras estava Luisa Günther, que celebrou a oportunidade de participar da coletiva no momento de reabertura do espaço cultural.

Para ela, a exposição representa uma chance de aproximar o público da produção artística local. “É uma grande oportunidade de conhecerem a produção de Brasília”, disse.

Além disso, Luisa destacou a emoção de voltar a expor no espaço após a reabertura do teatro. “É uma alegria imensa expor aqui no Teatro Nacional nessa coletiva de artistas.”

Curadoria impecável

A artista também elogiou a curadoria assinada por Mônica Tachotte, destacando a capacidade de reunir diferentes linguagens e trajetórias em uma mesma mostra. “A curadoria foi impecável nessa habilidade de juntar artistas”, afirmou.

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Arte de Luisa Günther
Arte de Luisa Günther
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Arte de Luisa Günther
Arte de Luisa Günther
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Arte de Luisa Günther

Arquivo pessoal
Arte de Luisa Günther
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Arte de Luisa Günther
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Arte de Luisa Günther

Arquivo pessoal

Conheça os artistas que integram a mostra

Confira os nomes dos artistas participantes:

Andre SantangeloAntônio ObáBruna ZanattaCamila SoatoCapra MaiaCarlos LinCelso JuniorChristus NóbregaCourinosDaniel JacaréDaniel ToysDavid AlmeidaDesirée FeldmannGabriel MatosGisel CarricondeGu da CeiHelena LopesIris HelenaJulio LapagesseKarina DiasLeo TavaresLuísa Gunther e Dupla PlusMarcos AntonyMaria PortoMarina FontanaNelson MaravalhasPamela AndersonPatricia MonteiroPatrícia BagniewskiPaula CalderonRaquel NavaRaylton PargaRenato RiosRogério RoseoSamantha CanovasTaigo MeirelesTamires MoreiraValéria Pena-CostaVictoria Serendinicki e Virgílio Neto

Com curadoria da profissional com mais de 14 anos de experiência no mercado de arte, o evento dá sequência à repercussão positiva da exposição “É Pau, É Pedra…”, que ocupou o Teatro Nacional com mais de 200 obras de Sergio Camargo e permaneceu aberta ao público de 10 de dezembro de 2025 até 13 de março de 2026.

Na nova montagem, temas como território, memória, corpo e paisagem aparecem como fios condutores, criando conexões possíveis entre obras distintas.

A proposta do projeto é valorizar as diferenças entre os artistas e as suas produções, permitindo novas leituras e ampliando o entendimento do conjunto. Essa lógica dialoga diretamente com o conceito de constelação que orienta a mostra, ao destacar como obras distintas podem criar conexões e sentidos quando reunidas em um mesmo espaço.

A iniciativa amplia a atuação do Metrópoles no fortalecimento da cena cultural e na defesa de uma arte acessível a todos, apostando na ideia de constelação como fio condutor curatorial — um conceito que propõe encontros, diálogos e múltiplos pontos de vista.
SERVIÇO 

Constelações Contemporâneas da Cena Artística de Brasília

De 19 maio a 17 julho, no Foyer da Sala Villa-Lobos, no Teatro Nacional

Diariamente, das 10h às 20h, com entrada gratuita

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