Rolou na 2ª: Bolsonaro perde apoio, ministros na Amazônia e Capes

Com a falta de recursos no Orçamento de 2020, o programa habitacional Minha Casa Minha Vida chegou já a 2019 com sua capacidade à míngua

Rafaela Felicciano/MetrópolesRafaela Felicciano/Metrópoles

atualizado 02/09/2019 21:35

Pesquisa Datafolha divulgada nesta segunda-feira (02/09/2019) mostra que a reprovação do presidente Jair Bolsonaro (PSL) entre os brasileiros chegou a 38% neste mês. Em julho, a proporção daqueles que desaprovam o chefe do Executivo federal era de 33%.

Enquanto isso, a aprovação de Bolsonaro caiu dentro da margem de erro da pesquisa. Segundo o levantamento, passou de 33% em julho para 29% neste mês. A avaliação regular ficou estável: saiu de 31% para 30%.

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Nesta segunda, ministros do presidente Jair Bolsonaro (PSL) foram à região Norte para se reunir com governadores de estados da Amazônia Legal. O encontro faz parte de uma série de reuniões para traçar medidas de preservação da floresta.

Onyx Lorenzoni, da Casa Civil, Ricardo Salles, do Meio Ambiente, Fernando Azevedo, da Defesa, Tereza Cristina, da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, e Jorge Oliveira, da Secretária Geral da Presidência, discutiram medidas de combate às queimadas, preservação da floresta e desenvolvimento econômico.

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O presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Anderson Correia, anunciou mais um corte em bolsas de pós-graduação. Dessa vez, o montante corresponde a 5.613 para o mês de setembro.

De acordo com a Capes, o contingenciamento – de 2,65% das bolsas – vai gerar uma economia de R$ 37,8 milhões para os cofres públicos em 2019. Já no total de quatro anos, o valor pode chegar a R$ 544 milhões.

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