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O Metrópoles recebeu na noite de quarta-feira (5/12) o troféu do 25° Prêmio CNT de Jornalismo. A reportagem Caminhoneiras, Codinome Coragem ficou em primeiro lugar na categoria Internet. A matéria concorria com G1, UOL e O Tempo e também disputava o troféu de Melhor Fotografia. Além das duas indicações, o portal competia com o trabalho Aviação Agrícola: Perigo no Céu e na Terra na categoria Meio Ambiente e Transporte.

Neste ano, foram inscritos 299 trabalhos. A festa de premiação aconteceu no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB) e reuniu repórteres e empresários do setor de transporte. A jornalista Glória Maria comandou a cerimônia e, para encerrar a noite, Wesley Safadão cantou seus sucessos.

A festa também marcou a despedida do presidente da Confederação Nacional do Transporte (CNT), Clésio Andrade. “A cada ano, a imprensa compreende melhor a importância do setor de transporte para o desenvolvimento do Brasil e, a cada edição do Prêmio CNT, temos a satisfação de reconhecer o talento e brilhantismo dos jornalistas em levar conhecimento e informações cada vez mais precisas à sociedade”, disse. A partir de março, Vander Costa assume o posto.

Olívia Meireles/Metrópoles

As jornalistas Juliana Contaifer e Leilane Menezes receberam o prêmio das mãos de Jaime Bueno Aguiar, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes Terrestres (CNTTT)

 

O site de notícias ganhou as duas últimas edições do prêmio. Em 2016, levou o troféu com a reportagem Avisa Quando Chegar – O Assédio que Paralisa as Mulheres e, no ano passado, venceu a matéria Transbrasil – Um Embarque para o Crime nas Rodovias Brasileiras.

Para apurar a reportagem, a equipe do portal pegou carona na boleia de dois veículos conduzidos por caminhoneiras. As repórteres Juliana Contaifer e Leilane Menezes e os fotógrafos Igo Estrela e Rafaela Felicciano foram de Brasília até a Bahia e desbravaram Minas Gerais. O grupo percorreu 2 mil quilômetros para revelar perigos, desafios e alegrias encontrados por essas guerreiras em suas viagens.

O trabalho mobilizou 19 profissionais da equipe do Metrópoles. Lilian Tahan, Priscilla Borges, Maria Eugênia, Olívia Meireles, Ana Helena Paixão e Michael Melo editaram o material; Allan Rabelo, Jonatas Delforge, Vinícius Paixão e Saulo Marques programaram o especial; Gui Prímola e Cícero Lopes desenharam o layout; os vídeos foram capturados por Gabriel Pereira e Pedro Valente; e o texto foi revisado por Denise Costa.

Concedido pela CNT, o prêmio é um dos mais tradicionais no jornalismo nacional. São avaliadas matérias de todo o país sobre transporte e trabalhadores do setor, com a intenção de alertar a sociedade e o poder público acerca da importância da atividade nos âmbitos econômico, social, político e cultural do Brasil.

Neste ano, foram convidados a compor o corpo de jurados Carlos Etchichury, editor-chefe do jornal Zero Hora; Tatiana Vasconcelos, âncora da Rádio CBN; Sonia Blota, repórter da TV Bandeirantes; Carla Jimenez, diretora de redação do jornal El Pais no Brasil; e Márcio de Almeida D’Agosto, doutor em engenharia de transportes e professor do Programa de Engenharia de Transporte da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Outras conquistas
Em três anos de existência, o Metrópoles tem colecionado importantes prêmios nacionais, internacionais e locais. O portal foi indicado ao Prêmio Gabriel García Márquez de Periodismo, um dos mais importantes do mundo. A reportagem Chacinas nos presídios: conheça as 123 histórias dos detentos mortos concorreu na categoria Inovação, com veículos da Espanha, Venezuela, Costa Rica, do Paraguai, Reino Unido, México e Peru.

O portal venceu ainda o V Prêmio Petrobras de Jornalismo. A reportagem Transbrasil – Um embarque para o crime nas rodovias brasileiras concorria na categoria Regional Norte/Centro-Oeste. A matéria Abandonadas, assim caminham as escolas com as piores notas no Enem levou o Grande Prêmio Estácio de Jornalismo 2018, conferido ao melhor trabalho entre todos os concorrentes. A reportagem também ficou em primeiro lugar na categoria Internet.

O Metrópoles recebeu também o troféu de melhor matéria, na categoria Experiência de Voo, do 6° Prêmio Abear de Jornalismo. O portal concorria com a reportagem Medo de voar? Curso promete resolver seu problema em 2 dias. A matéria Órfãs da terra-mãe: a saga das mulheres venezuelanas refugiadas no Brasil ficou entre as três melhores do Prêmio CICV de Cobertura Humanitária Internacional, organizado pelo Comitê Internacional da Cruz Vermelha. O trabalho foi selecionado entre os 46 inscritos.

A matéria Lula encarcerado: a trajetória do petista até a execução da pena levou o primeiro lugar na categoria Webjornalismo do 2° Prêmio Policiais Federais de Jornalismo. Em novembro de 2017, o portal venceu a primeira edição da competição, com a cobertura da Operação Panatenaico. Representando o Grupo Metrópoles de Comunicação, a diretora-executiva, Lilian Tahan, também ganhou o prêmio da organização internacional WEDO na categoria Jornalismo e Distribuição de Informação.

Filipe Cardoso/Metrópoles

 

O portal ganhou o 8° Prêmio Longevidade de Jornalismo Bradesco Seguros. A matéria População negra enfrenta desafios para garantir longevidade ficou em segundo lugar na categoria Mídia Digital. O Metrópoles já havia recebido a primeira colocação na edição anterior com a reportagem Chegamos à quarta idade. E agora, estamos preparados?.

O portal é três vezes finalista do Prêmio Abracopel de Jornalismo com a reportagem DF tem um imóvel incendiado por dia: saiba como evitar essa tragédia. A editoria de Cidades disputa o melhor texto para internet, e as equipes de fotografia e arte concorrem individualmente na categoria Fotografia e Imagem.

Em 2018, o site ainda foi finalista do 29º Prêmio Europa de Comunicação com o trabalho Bauhaus 100 anos: uma viagem pela escola de arquitetura. Ficou, também, em segundo lugar no 17º Prêmio Massey Ferguson de Jornalismo na categoria Fotojornalismo. A imagem de um geraizeiro preparando comida registrada por Gilberto Alves faz parte da matéria especial O Levante dos Ribeirinhos. O portal ficou entre os três melhores trabalhos do Prêmio NHR Brasil, com a reportagem Hanseníase, um problema de 1800 ou 2018?. E ainda competiu na categoria Impresso, do Prêmio Anamatra de Direitos Humanos, com a matéria Ossos do Ofício.

Por duas edições consecutivas, o site está entre os melhores veículos do mundo na avaliação da Society for News Design, organização internacional que apoia profissionais da imprensa. O Metrópoles teve cinco trabalhos vencedores do Melhor Design Digital de 2017, considerado o Oscar do jornalismo gráfico, ao lado de publicações internacionais de peso, como The New York Times, The Washington Post, Wall Street Journal, Financial Times e The Guardian.

Na categoria Single-Subject Project, que avalia reportagens especiais, o portal recebeu quatro prêmios de excelência com as seguintes matérias: Ossos do ofício: a rotina cruel dos trabalhadores de frigoríficos; Transbrasil – Um embarque para o crime nas rodovias brasileiras; Chegamos à quarta idade. E agora, estamos preparados?; e As faces das chacinas no cárcere. Já na categoria Experimental Design, a Raptrospectiva 2017 faturou a honraria.

Em 2017, foi vencedor do 2º Prêmio Nacional de Jornalismo em Seguros, com o especial A busca do brasileiro por uma aposentadoria digna, na categoria Webjornalismo. Assinado pelo repórter Pedro Alves, o material foi elaborado por uma equipe de 16 profissionais. No mesmo mês, foi vitorioso no Prêmio ÑH, também organizado pela Society for News Design, na categoria Publicação Digital, pelas reportagens Transbrasil – Um embarque para o crime nas rodovias brasileiras e Ossos do ofício: a rotina cruel dos trabalhadores de frigoríficos.

Em 2016, o Metrópoles foi escolhido pelos jurados do Prêmio Engenho de Comunicação como o melhor site do Distrito Federal. Nas últimas duas edições, o portal venceu como melhor cobertura da cidade. A reportagem Avisa quando chegar – O assédio que paralisa as mulheres ficou em segundo lugar na categoria Mídia Digital do Prêmio ANPTrilhos de Jornalismo.

Em agosto de 2017, o especial Ossos do ofício: a rotina cruel dos trabalhadores de frigoríficos foi vencedor do Prêmio Ministério Público do Trabalho (MPT) de Jornalismo, nas categorias Webjornalismo Nacional e Regional Centro-Oeste. Em 2016, o portal faturou o Prêmio Abracopel de Jornalismo, com a reportagem Distrito Federal registra alta nos acidentes elétricos em 2016.

Sagrou-se ainda vencedor no concurso da Confederação Nacional da Indústria (CNI) de Jornalismo 2016, na categoria Destaque Regional Centro-Oeste. A reportagem selecionada pelos jurados foi O despertar do Centro-Oeste para a revolução industrial, que debate o desenvolvimento econômico da região. A matéria Feira dos Importados – A Máfia do Comércio de Rua foi finalista na mesma premiação.

Em dezembro de 2015, a reportagem especial Um deserto chamado Distrito Federal foi escolhida como a melhor cobertura na categoria Utilidade Pública para Internet, do 2º Prêmio Corpo de Bombeiros de Comunicação. Foram avaliadas 867 matérias de veículos impressos, internet, rádio e TV.