Bombou na 6ª: Amazônia, panelaço, Lava Jato e Lula perde no STF
Pelo menos 40 cidades brasileiras e cinco capitais europeias realizaram manifestações pela preservação da floresta amazônica
atualizado
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As queimadas na Amazônia chamuscaram a imagem do presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL), perante a comunidade internacional e, também, dentro do Brasil. Nesta sexta-feira (23/08/2019), ele procurou reagir: diante das críticas de personalidades como o presidente da França, Emmanuel Macron, Bolsonaro fez pronunciamento em cadeia nacional de rádio e televisão e afirmou que incêndios florestais não podem servir de pretexto para sanções internacionais. No pronunciamento, o chefe do Planalto afirmou que o Brasil é um “país amigo de todos e responsável pela proteção da floresta amazônica”.
Mas se o pronunciamento serviu para o presidente finalmente se posicionar sobre a crise na Amazônia, também foi o pretexto para aqueles que queriam protestar. Bolsonaro enfrentou seu primeiro panelaço. Protesto recorrente no período pré-impeachment da então presidente Dilma Rousseff (PT), o atual panelaço foi mobilizado nas redes sociais.
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Logo no início da manhã desta sexta, a Polícia Federal realizou mais uma fase da Operação Lava Jato, a 64ª, com o objetivo de apurar quem seriam os beneficiados que aparecem na planilha conhecida como “Programa Especial Italiano”, organizada pelo setor de propinas da Odebrecht.
A ex-presidente da Petrobras Graça Foster e o executivo André Esteves, do banco BTG Pactual, estavam entre os alvos de 12 mandados de busca e apreensão expedidos pela 13ª Vara Federal de Curitiba, no Paraná. As investigações tiveram início com o acordo de colaboração premiada do ex-ministro Antonio Palocci.
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O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sofreu, nesta sexta, outro revés na Justiça: em votação no plenário virtual, a 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitou, por unanimidade, recurso apresentado pela defesa do petista contra a atuação do ex-juiz federal e atual ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro. Lula queria anular interferências do ex-magistrado em um dos processos pelos quais responde na Justiça.
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