No Exército, Bolsonaro diz que é árdua a missão de defender a Amazônia

O presidente sinalizou que vai assinar uma ação de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) das Forças Armadas para combater incêndios na região

Andre Borges/Esp. MetrópolesAndre Borges/Esp. Metrópoles

atualizado 23/08/2019 12:19

Ao participar de uma cerimônia do Dia do Soldado, no Quartel do Exército em Brasília, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) abriu o discurso falando da situação no norte do país. “Árdua é a tarefa de desenvolver e defender a Amazônia. Muito mais difícil, porém, foi a de nossos antepassados de conquistá-la e mantê-la”, disse ao citar o ex-comandante militar da Amazônia Rodrigo Otávio Ramos, que atuou na região em 1968 e 1969.

O chefe do Executivo repetiu que, agora, o Brasil está “sob nova direção” e fez críticas aos veículos de comunicação. No entanto, reforçou o compromisso de defender a liberdade de expressão. Bolsonaro reclamou, na ocasião, que até a primeira-dama do país, Michelle Bolsonaro, a imprensa quer atingir. Na semana passada, reportagem do Metrópoles mostrou o drama vivido na família da esposa do mandatário da República.

Após o discurso, o presidente participou da entrega da Medalha do Pacificador, uma honraria do Exército aos oficiais.

Amazônia
Para controlar a situação na Floresta Amazônica, o titular do Palácio do Planalto sinalizou que vai assinar uma ação de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) das Forças Armadas para combater incêndios na região. O chefe do Executivo disse, no entanto, que o problema para essa força-tarefa é o dinheiro.

O Diário Oficial da União (DOU) também traz uma portaria que autoriza o governo a contratar brigadas federais para atuar no combate a incêndios em 16 estados brasileiros.

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