EUA estão “profundamente procupados” com os incêndios na Amazônia

Funcionário do governo afirmou que os americanos estão aflitos com o "impacto dos incêndios na floresta amazônica sobre as comunidades

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atualizado 23/08/2019 16:33

Uma autoridade da Casa Branca afirmou, nesta sexta-feira (23/8/2019), pedindo para não se identificar, que o governo americano está “profundamente preocupado” com os incêndios na Amazônia, acompanhando a perplexidade internacional com o número de queimadas na região neste ano. O funcionário do governo afirmou também que os americanos estão aflitos com o “impacto dos incêndios na floresta amazônica sobre as comunidades, a biodiversidade e os recursos naturais da região”.

As informações são do site G1.

Líderes se manifestam
A manifestação segue o tom da fala de outros líderes mundiais, que comentaram o assunto desde quinta-feira (22/8/2019). Angela Merkel, da Alemanha; Emmanuel Macron, da França; Boris Johnson, do Reino Unido; e Justin Trudeau, do Canadá, se pronunciaram diretamente ou por meio de porta-vozes.

Mas, desta vez, ainda que feita por um funcionário anônimo da Casa Branca, a manifestação vem de uma potência mais alinhada com o governo de Jair Bolsonaro, que tem rebatido com veemência as críticas à situação na floresta amazônica.

Nesta quinta-feira (22/8/2019), Bolsonaro respondeu os comentários de Macron de que a cúpula do G7 precisa discutir a “crise internacional” das queimadas na Amazônia afirmando que o francês “evoca mentalidade colonialista descabida no século 21″.

O governo de Angela Merkel também trata os incêndios na Amazônia como um tema de interesse internacional. “A magnitude dos incêndios é preocupante e ameaça não só o Brasil e os outros países afetados, mas também o mundo inteiro”, disse Steffen Seibert, representante de Merkel.

De acordo com o gabinete do primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, ele vai dizer no encontro de cúpula do G7 que é preciso renovar o foco na proteção da natureza.

“O primeiro-ministro está gravemente preocupado pela alta da quantidade de incêndios na floresta amazônica e o impacto de trágicas perdas nesse habitat”, disse um porta-voz de Johnson.

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