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A matéria Órfãs de terra-mãe: A saga das mulheres venezuelanas refugiadas no Brasil, do Metrópoles, ficou entre as três melhores do Prêmio CICV de Cobertura Humanitária Internacional, organizado pelo Comitê Internacional da Cruz Vermelha. O trabalho foi selecionado entre os 46 inscritos.

Também foram premiados o programa Sem Fronteiras, da GloboNews, e a atração Caminhos da Reportagem, da TV Brasil. Os vencedores foram anunciados nessa terça-feira (6/11) no Memorial da América Latina, em São Paulo. A repórter Leilane Menezes, autora da matéria, participou de uma mesa-redonda contando os bastidores de apuração do trabalho.

Para escrever o especial, a jornalista e o fotógrafo Igo Estrela viajaram até Roraima para explicar a crise de imigração que está acontecendo entre o Brasil e a Venezuela. Pelo menos 50 mil pessoas, das quais quase a metade são mulheres, pediram refúgio no estado.

A equipe de reportagem deu voz, rosto e nomes às vítimas dessa situação econômica, social e política. Encontrou relatos de xenofobia, desnutrição, morte na maternidade, estupro, exploração sexual e violência física.

O trabalho mobilizou 16 profissionais da equipe do portal. Lilian Tahan, Priscilla Borges, Ana Helena Paixão e Daniel Ferreira editaram o material; Allan Rabelo, Jhonantans Rocha, Jonatas Delforge e Saulo Marques programaram o especial; Gui Prímola desenhou o layout; as infografias foram criadas por Stela Woo; os vídeos foram editados por Gabriel Foster e Pedro Valente; e o texto foi revisado por Denise Costa e Viviane Novais.

A segunda edição do Prêmio CICV de Cobertura Humanitária Internacional teve trabalhos inscritos de mídia impressa, televisiva, radiofônica e multimídia. O concurso busca reconhecer reportagens publicadas em veículos de comunicação brasileiros que tenham se dedicado à cobertura de temas humanitários, muitos deles trabalhados pelo Comitê Internacional da Cruz Vermelha.

No corpo de jurados estavam: a jornalista da agência Associated Press Cristiana Mesquita, com ampla experiência em cobertura de conflitos armados; o coordenador de Relações com a Imprensa da organização Médicos Sem Fronteiras (MSF), Paulo Braga; e a coordenadora de Comunicação do CICV, Sandra Lefcovich.

Outras conquistas
Em três anos de existência, o Metrópoles tem colecionado importantes prêmios nacionais, internacionais e locais. O portal foi indicado ao Prêmio Gabriel García Márquez de Periodismo, um dos mais importantes do mundo. A reportagem Chacinas nos presídios: conheça as 123 histórias dos detentos mortos concorreu na categoria Inovação, com veículos da Espanha, Paraguai, Peru, Venezuela, Reino Unido, México e Costa Rica.

A reportagem Abandonadas, assim caminham as escolas com as piores notas no Enem levou o Grande Prêmio Estácio de Jornalismo 2018, conferido ao melhor trabalho entre todos os concorrentes. A matéria também ficou em primeiro lugar na categoria Internet.

O Metrópoles venceu o 6° Prêmio Abear de Jornalismo. A matéria Medo de voar? Curso promete resolver seu problema em 2 dias concorreu na categoria Experiência de Voo. O portal ganhou também as duas últimas edições do Prêmio CNT de Jornalismo. Em 2016, levou o troféu de Melhor Matéria de Internet, pela reportagem Avisa Quando Chegar – O Assédio que Paralisa as Mulheres, e em 2017 foi vitorioso com o trabalho Transbrasil – Um embarque para o crime nas rodovias brasileiras.

Na edição de 2018, o site recebeu três indicações: a matéria Caminhoneiras, Codinome Coragem disputa o troféu nas categorias Internet e Fotografia; a reportagem Aviação Agrícola: Perigo no Céu e na Terra concorre com trabalhos sobre Meio Ambiente e Transporte.

Filipe Cardoso/Metrópoles

 

A equipe de jornalistas aguarda ainda o resultado do 2° Prêmio Policiais Federais de Jornalismo. As reportagens Biografia de um crime sem castigo, Órfãs de terra-mãe: A saga das mulheres venezuelanas refugiadas no Brasil e Lula encarcerado: o primeiro ex-presidente condenado por corrupção são finalistas na categoria Webjornalismo. O portal também concorre ao V Prêmio Petrobras de Jornalismo. A reportagem Transbrasil – Um embarque para o crime nas rodovias brasileiras disputa a categoria Regional Norte/Centro-Oeste.

O Metrópoles ainda foi finalista do 29º Prêmio Europa de Comunicação com o trabalho Bauhaus 100 anos: uma viagem pela escola de arquitetura. Ficou, também, em segundo lugar no 17º Prêmio Massey Ferguson de Jornalismo, na categoria Fotojornalismo. A imagem de um geraizeiro preparando comida registrada por Gilberto Alves faz parte da matéria especial O Levante dos Ribeirinhos.

O site ficou entre os três melhores trabalhos do Prêmio NHR Brasil, com a reportagem Hanseníase, um problema de 1800 ou 2018?. E ainda competiu na categoria Impresso do Prêmio Anamatra de Direitos Humanos, com a matéria Ossos do Ofício.

Por duas edições consecutivas, o site está entre os melhores veículos do mundo na avaliação da Society for News Design, organização internacional que apoia profissionais da imprensa. O Metrópoles teve cinco trabalhos vencedores do Melhor Design Digital de 2017, considerado o Oscar do jornalismo gráfico, ao lado de publicações internacionais de peso, como The New York Times, The Washington Post, Wall Street Journal, Financial Times e The Guardian.

Na categoria Single-subject Project, que avalia reportagens especiais, o portal recebeu quatro prêmios de excelência com as seguintes matérias: Ossos do ofício: a rotina cruel dos trabalhadores de frigoríficos; Transbrasil – Um embarque para o crime nas rodovias brasileiras; Chegamos à quarta idade. E agora, estamos preparados?; e As faces das chacinas no cárcere. Já na categoria Experimental Design, a Raptrospectiva 2017 faturou a honraria.

Em 2017, foi vencedor do 2º Prêmio Nacional de Jornalismo em Seguros, com o especial A busca do brasileiro por uma aposentadoria digna, na categoria Webjornalismo. Assinado pelo repórter Pedro Alves, o material foi elaborado por uma equipe de 16 profissionais. No mesmo mês, foi vitorioso no Prêmio ÑH, também organizado pela Society for News Design, na categoria Publicação Digital, pelas reportagens Transbrasil – Um embarque para o crime nas rodovias brasileiras e Ossos do ofício: a rotina cruel dos trabalhadores de frigoríficos.

Em 2016, o Metrópoles foi escolhido pelos jurados do Prêmio Engenho de Comunicação como o melhor site do Distrito Federal. No ano seguinte, o portal venceu como melhor cobertura da cidade.

A reportagem Avisa quando chegar – O assédio que paralisa as mulheres ficou em segundo lugar na categoria Mídia Digital do Prêmio ANPTrilhos de Jornalismo. Recebeu também o Prêmio Longevidade de Jornalismo Bradesco Seguros, na categoria Mídia Digital, com a reportagem Chegamos à quarta idade. E agora, estamos preparados?.

Em agosto de 2017, o especial Ossos do ofício: a rotina cruel dos trabalhadores de frigoríficos foi vencedor do Prêmio Ministério Público do Trabalho (MPT) de Jornalismo, nas categorias Webjornalismo Nacional e Regional Centro-Oeste. Em 2016, o portal faturou o Prêmio Abracopel de Jornalismo, com a reportagem Distrito Federal registra alta nos acidentes elétricos em 2016.

Sagrou-se ainda vencedor no concurso da Confederação Nacional da Indústria (CNI) de Jornalismo 2016, na categoria Destaque Regional Centro-Oeste. A reportagem selecionada pelos jurados foi O despertar do Centro-Oeste para a revolução industrial, que debate o desenvolvimento econômico da região. A matéria Feira dos Importados – A Máfia do Comércio de Rua foi finalista na mesma premiação.

Em dezembro de 2015, a reportagem especial Um deserto chamado Distrito Federal foi escolhida como a melhor cobertura na categoria Utilidade Pública para Internet do 2º Prêmio Corpo de Bombeiros de Comunicação. Foram avaliadas 867 matérias de veículos impressos, internet, rádio e tevê.