Rolou na 5ª: Bolsonaro internado, Dodge diz adeus e hospital em chamas

Após casos de dengue aumentarem, governo antecipa campanha nacional de combate às doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti

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atualizado 12/09/2019 22:16

Na tarde desta quinta-feira (12/09/2019), o porta-voz da Presidência da República, general Otávio Rêgo Barros, informou que o presidente Jair Bolsonaro (PSL) fica afastado por mais quatro dias para ter mais “descanso”, após nova cirurgia no aparelho digestivo. Bolsonaro não tem previsão de alta. Com isso, o vice-presidente Hamilton Mourão permanece à frente da Presidência da República até segunda-feira (16/09/2019).

“Foi avaliado que o presidente deve descansar por mais quatro dias, a contar de amanhã. Sexta, sábado, domingo e segunda. Esse descanso vai acelerar o processo de recuperação do presidente e, com toda naturalidade e normalidade, o general Mourão permanece como presidente em exercício até segunda-feira que vem”, disse Rêgo Barros.

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Também nesta quinta, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, na sua última sessão plenária do Supremo Tribunal Federal (STF) antes de deixar o cargo, recomendou aos ministros da Corte que fiquem “atentos a sinais de pressão contra a democracia”. Para ela, há “vozes contrárias ao regime de leis” presentes no Brasil e no mundo.

“Quero lhes fazer um pedido muito especial, que também dirijo à sociedade civil e a todas as instituições: protejam a democracia brasileira tão arduamente erguida, em caminhos de avanços e retrocessos, mas sempre sob o norte de que é o melhor modelo para construir uma sociedade de mais elevado desenvolvimento humano”, declarou Dodge.

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Ainda nesta quinta, à noite, um incêndio atingiu o Hospital Badim, na rua São Francisco Xavier, no Maracanã (zona norte do Rio de Janeiro). Os bombeiros confirmaram que pelo menos um dos pacientes retirados do prédio morreu após o resgate, mas não há confirmação de que tenha sido em decorrência do fogo.

Pacientes que estavam internados foram retirados às pressas e levados para o meio da rua, onde foram colocados em colchões jogados pelas janelas da unidade de saúde.

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