Brasília aguarda os próximos passos do governo
As principais notícias da manhã de quinta-feira (30/4)
atualizado
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Planalto estuda reação após Senado rejeitar Messias ao STF. Governo vê “traição” em votação, mira aliados infiéis e pode demitir indicados ligados a Alcolumbre após rejeição de Messias ao STF.
Mapeando traições e inimigos. Governistas citam conluio entre Alcolumbre, Alexandre de Moraes e Rodrigo Pacheco contra Messias. Há suspeitas sobre o ex-ministro dos Transportes Renan Filho e seu pai, o senador Renan Calheiros, que queria a indicação de Bruno Dantas, ministro do TCU.
Aliados de Lula e Messias estudam acionar o STF após derrota no Senado. Advogado próximo a Lula e Messias decidiu reunir grupo de juristas para avaliar conduta de Alcolumbre
Peitar Alcolumbre? Primeiro governo quer que presidente do Senado explique porque não apoiou um evangélico. Depois indicaria uma mulher e culparia Alcolumbre por travar processo. A partir daí, o conflito seria explícito, reforçando a narrativa Congresso inimigo do povo e das mulheres.
Aliados defendem que Lula indique uma mulher negra, como Adriana Cruz, juíza federal do Rio, que atua contra lavagem de dinheiro, integrou o gabinete do ex-ministro Luis Roberto Barroso e participa do Observatório de Direitos Humanos do CNJ (Conselho Nacional de Justiça)
Alcolumbre mira reeleição ao rejeitar Messias e diz ver ingratidão do governo Lula, porque Zanin e Dino só foram aprovados com sua ajuda. Senadores da base aliada veem aceno à oposição, já que nova composição do Senado em 2027 pode fortalecer candidatura de Rogério Marinho (PL-RN)
Congresso deve derrubar veto à Dosimetria e impor nova derrota a Lula. Após rejeição de Messias ao STF pelo Senado, governo não deve conseguir manter ato do presidente à redução de penas por atos golpistas.


