Os Estados Unidos passam por uma transformação profunda

Na viagem de Trump à China, Trump escutou de Xi Jinping para que não entre em Taiwan, que a Guerra contra o Irã é uma guerra equivocada que não deveria ter ocorrido, e que os Estados Unidos são uma potência declinante, com a ascensão da China; e que os Estados Unidos não incorram no erro de retaliar com uma guerra como fizeram nações anteriores nesta situação.
Para responder ao meu bisneto Bruno, manifesto minha opinião de que sou favorável à diminuição dos dias de trabalho

Eu me surpreendi, mas pensei que, com a internet e as redes sociais, os problemas maiores e menores invadem a sociedade alcançando todas as camadas sociais e faixas etárias, chegando mesmo à quase meninice. Na verdade, a era digital apressou o desenvolvimento cognitivo das crianças, que passaram a amadurecer seus questionamentos de maneira mais célere.
A preocupação do Vaticano não é satanizar a IA. Tudo depende das decisões e propósitos dos donos das IAs

Os Engenheiros do Hawaii tinham razão: “o Papa é pop”. Como bom conterrâneo das big techs, o Santo Padre anunciou sua Encíclica no melhor estilo geração Z. Usou tecnologia de ponta para ler a “Magnifica Humanitas” na TV e nas redes sociais, e aproveitou o embalo para prevenir ao vivo seu um bilhão e meio de seguidores sobre o Armagedom digital.
O Flávio Bolsonaro pode até ter ficado mesmo uma hora e meia na Casa Branca. Mas não foi no Salão Oval

Esse encontro do Flávio Bolsonaro com Trump me faz recordar um tempo risonho e franco na vida de um repórter que cobriu a Presidência da República no governo do general Figueiredo (1979-1985).
As principais notícias da manhã desta quarta-feira (27/5)

Nikolas se manifesta sobre a escala 6×1 e é criticado: “Trabalha 3×4”. Nikolas Ferreira (PL-MG) foi criticado nas redes sociais após dizer que o fim da escala 6×1 não vai resolver o problema da população. Contrário ao fim da escala 6×1, o Partido Liberal decidiu, na noite desta terça-feira (26), apoiar publicamente a escala 4×3. Trata-se de uma estratégia para travar o andamento da proposta no Congresso.
Em uma eleição novamente polarizada, Lula e Flávio disputam o eleitorado menos ideológico, pragmático e decisivo em cenários apertados
A eleição presidencial de 2026 pode ser decidida por uma parcela relativamente pequena do eleitorado brasileiro: os chamados eleitores independentes. Mais do que mobilizar suas bases ideológicas já consolidadas, Lula e Flávio Bolsonaro disputam hoje um segmento menor numericamente, mas decisivo em cenários de forte polarização.
Em ano eleitoral, os mesmos personagens, da direita bolorenta, repetem as mesmas falas contra programas sociais.

Bilionário, Luciano Huck usou retórica arrogante, habitual para quem acha que sabe tudo, para criticar o Bolsa Família, principal programa social do governo Lula. Num evento público, Huck disse que o pobre cria “atalhos” para continuar dependendo do dinheiro do Estado, “ad aeternun” (sua expressão).
É claro que o 01 é apenas um porta-voz do capo di tutti capi. Uma marionete. Cortadas suas linhas de controle, desmonta.

Condenado como chefe de organização criminosa armada, o poderoso chefão continua a comandar seus homens sem interferência da polícia ou da Justiça. Poderoso demais, a ele não é aplicado o artigo 52 da Lei de Execução Penal, que cria o regime disciplinar diferenciado para presos que “apresentem risco para a sociedade” (§1º, I); os que apresentem “indícios de exercer liderança em organização criminosa […] em mais de um estado da Federação […] obrigatoriamente cumprirão pena em penitenciária federal” (§3º), “independente da prática de falta grave” (§1º, III), devendo “contar com alta segurança interna e externa, principalmente no que diz respeito à necessidade de se evitar contato do preso com membros de sua organização criminosa” (§5º).
Miles transformava incerteza em criação. A transição climática exige exatamente isso

Você provavelmente nunca ouviu falar em “música de queijo”, mas era assim que a minha irmã se referia ao jazz, presença constante na casa dos meus pais. Música de queijo porque, todo fim de semana, ao som de Miles Davis, John Coltrane ou Bill Evans, meu pai se deliciava com pequenos cubos de queijo, tira-gosto obrigatório para acompanhar a cervejinha, o livro e a trilha sonora que parecia transformar a sala em um clube enfumaçado de Nova York.
O potencial da macaúba, aliado às novas políticas públicas de apoio à descarbonização, atraiu grandes investidores privados

Em meio ao deserto de ideias que parece tomar conta da pré-campanha eleitoral, é bom prestar atenção a um mar de palmeiras de macaúba que vai ocupar 200 mil hectares em terras degradadas da Bahia e do norte de Minas Gerais. Pode ser um sinal de que a bioeconomia encontra seu caminho na agenda do país.
É exatamente aqui, na Amazônia, que estão os mais valiosos sólidos, líquidos e gasosos da Terra

A nossa querida e amada Amazônia é, sem a menor dúvida, a região mais rica deste planeta. Tem de tudo, da água doce em abundância, minérios estratégicos, biodiversidade incomparável, pescado, madeira, petróleo, gás, energia a terras férteis de várzea. É exatamente aqui, na Amazônia, que estão os mais valiosos sólidos, líquidos e gasosos da Terra.
O que fazer? Tentar reanimar a militância ou ir atrás do eleitor independente que pulou do barco?

O principal desafio de Flávio Bolsonaro no curto prazo pode ser muito mais interno do que externo. Conter o desânimo de apoiadores é fundamental para manter condições de competitividade.
Todos prometem mudar. Poucos explicam o que desejam conservar.

Há frases que atravessam o tempo porque encerram uma contradição permanente da condição humana. “É preciso que tudo mude para que tudo continue como está” — a célebre sentença atribuída ao jovem Tancredi Falconere, personagem do romance O Leopardo (de Giuseppe di Lampedusa), tornou-se uma das mais agudas metáforas da política, da sociedade e das instituições. A frase parece paradoxal, mas descreve com precisão muitos dos movimentos do nosso tempo.
A falta de escrúpulos de boa parte dos políticos escancara a profunda erosão moral do país, personificada na figura de Flávio Bolsonaro

Algo está pra lá de torto em um país que afrouxa a cobrança de multas dos partidos políticos e dos candidatos, autorizando recursos dos fundos partidário e eleitoral para condenados. Que autoriza o uso de robôs na comunicação online dos postulantes a cargos públicos, inviabilizando qualquer tipo de controle; que libera doações até de cestas básicas nas vésperas das eleições e ainda suspende a proibição de repasses de recursos para cidades inadimplentes. Tudo isso em uma única semana. Embora a natural falta de escrúpulos de boa parte dos políticos não surpreenda, ela escancara a profunda erosão moral em que o Brasil se encontra.
Publicado em 1976, em pleno regime militar, “A Bolsa Amarela” ajudou a transformar a literatura infantil no Brasil.

Uma escola militar do Distrito Federal decidiu retirar de circulação A Bolsa Amarela, de Lygia Bojunga, após reclamações de pais que enxergaram na obra referências inadequadas a questões de gênero. A notícia chama atenção por transformar um dos maiores clássicos da literatura infantil brasileira em objeto de suspeita ideológica.


