Sergio Camargo: descubra 7 curiosidades sobre o artista e suas obras
É possível conferir o legado de Sergio Camargo na mostra É Pau, É Pedra…, no Teatro Nacional Cláudio Santoro, até 13 de março
atualizado
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A exposição É Pau, É Pedra…, dedicada ao escultor brasileiro Sergio Camargo e promovida pelo Metrópoles, tem chamado atenção do público pela força visual das obras. A mostra reúne peças marcadas por formas geométricas, relevos e superfícies brancas que exploram efeitos de luz e sombra.
Transparência – Projeto É Pau, É Pedra – Sergio Camargo
Com carreira internacional e trabalhos presentes em museus e coleções importantes, Sergio Camargo é considerado um dos grandes nomes da escultura brasileira do século 20.
A seguir, veja algumas curiosidade sobre o artista e suas obras:
Repetição é marca registrada
Um dos elementos mais característicos do trabalho de Camargo é o uso de cilindros ou formas repetidas. Ao organizar essas estruturas lado a lado, o artista criava superfícies que mudam de aparência conforme a luz incide sobre elas.
O branco por toda parte
A maioria das esculturas do artista é totalmente branca. No entanto, a escolha não era apenas estética, já que o objetivo era destacar os jogos de luz e sombra formados pelos relevos das peças.

A carreira alavancou em Paris
Nos anos 1960, Sergio se estabeleceu em Paris. Lá, ele pôde desenvolver parte importante de sua produção e consolidar seu reconhecimento no cenário internacional, além de se aprofundar em outras áreas de estudo — como a filosofia.
Escultura e arquitetura andam lado a lado
Muitas obras do escultor dialogam diretamente com o espaço arquitetônico. Seus relevos e esculturas foram pensados para integrar ambientes e transformar a percepção dos espaços.

Mármore em destaque
Entre os principais materiais utilizados estão mármore, madeira e pedra. Em vários de seus trabalhos, Sergio utilizou o tradicional mármore de Carrara, muito conhecido na escultura clássica europeia.
Luz faz parte da obra
As obras podem mudar de aparência dependendo da iluminação e do ângulo de observação do espectador. Por conta disso, a luz é considerada um elemento essencial para a experiência visual das peças.

Legado atemporal
Mesmo após seu falecimento, em 1990, a arte de Sergio Camargo continua sendo exibida em exposições e revisitada por críticos e curadores, que destacam sua importância para a escultura contemporânea.
Para quem desejar ver de perto o legado deixado pelo artista, a megaexposição É Pau, É Pedra… permanece em cartaz até sexta-feira (13/3), no foyer da Sala Villa-Lobos do Teatro Nacional Cláudio Santoro.
A exposição conta com o patrocínio dos Cartões Caixa e Visa Infinite, além do apoio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal.
Serviço
Exposição É Pau, é Pedra…, de Sergio Camargo, realizada pelo MetrópolesVisitação de 10 de dezembro a 13 de março, no Foyer da Sala Villa-Lobos, no Teatro Nacional
De quarta-feira a segunda-feira, das 12h às 20h (terça-feira fechado para manutenção do Teatro)












