Refrigerante zero na dieta: pode ou não pode? Nutricionista explica
Nutri analisa o impacto das bebidas sem açúcar, como o refrigerante, na microbiota e no paladar
atualizado
Compartilhar notícia

O uso de refrigerantes zero é um dos temas mais debatidos quando o assunto é equilíbrio na dieta. Para esclarecer se essas bebidas podem ou não fazer parte do dia a dia, conversamos com a nutricionista Cibele Santos, que detalhou os principais pontos de atenção sobre as versões de calorias reduzidas.
Um dos principais alertas da especialista não está nas calorias, mas na percepção do sabor. Segundo Cibele, a exposição frequente ao alto nível de doçura artificial dessas bebidas pode criar uma espécie de dependência por sabores intensamente doces. Na prática, isso acaba “sequestrando” o paladar do indivíduo, tornando muito mais difícil a escolha por opções naturalmente saudáveis.

Clique aqui para seguir o canal do Metrópoles Vida&Estilo no WhatsApp
Saúde intestinal e microbiota
Além da questão sensorial, a nutricionista ressalta que é preciso olhar para o que acontece dentro do organismo. Estudos indicam que determinados adoçantes artificiais presentes nas fórmulas “zero” podem impactar negativamente a microbiota, colocando a saúde intestinal em xeque. Por isso, estar consciente da quantidade ingerida é um passo fundamental para quem não abre mão da bebida.
O veredito final
Para Cibele Santos, o refrigerante zero tem papel específico: ele pode ser utilizado como uma ferramenta de transição para quem está tentando reduzir o consumo de açúcar. No entanto, o veredito é contrário quanto ao uso da bebida gasosa para substituir a água.
“Os refrigerentes sem calorias nunca devem substituir a água mineral, que continua sendo a melhor escolha para a hidratação”, afirma a nutricionista.










