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Chamados para a polícia provam que Harry e Meghan vivem sob ameaças

O The Sun revelou que os duques de Sussex chamaram a polícia nove vezes, em nove meses. Em entrevista, Meghan contou sobre ameaças de morte

atualizado 08/04/2021 13:04

Meghan Markle e príncipe HarrySamir Hussein/WireImage/Getty Images

Se, na Terra da Rainha, o príncipe Harry e Meghan Markle viviam sob a segurança da Coroa britânica, 24 horas por dia, do outro lado do oceano Atlântico, ou seja, nos Estados Unidos, o casal tem passado por apuros e, além disso, tem recebido ameaças constantemente. Nesta quinta-feira (8/4), o The Sun revelou que, em nove meses, os duques de Sussex chamaram a polícia nove vezes, para “acudi-los” na mansão milionária em Montecito, bairro nobre de Santa Bárbara, conforme dados oficiais.

De acordo com o levantamento, os policiais atenderam aos chamados feitos diretamente do lar dos duques de Sussex. Dentre as nove solicitações, constam ativações de alarme e crimes contra a propriedade. Seguindo as leis de liberdade de informação, os dados foram divulgados após o casal demonstrar receio com a própria segurança, na entrevista bombástica concedida à apresentadora Oprah Winfrey, no início de março.

Após abdicarem dos cargos do alto escalão na família real e passarem uma temporada no Canadá, os duques de Sussex se instalaram de vez nos Estados Unidos, mais precisamente na cidade californiana de Santa Bárbara. Pais de Archie, de 1 ano, Meghan e Harry compraram em julho o casarão avaliado em US$ 14,7 milhões, equivalente a mais de R$ 80 milhões, em cotação atual.

Meghan Markle e príncipe Harry
Meghan e Harry moram nos Estados Unidos. Em nove meses, foram feitos nove chamados para a polícia

O gabinete do xerife de Santa Bárbara foi requisitado quatro vezes somente em julho. Segundo o The Sun, uma das chamadas é listada como uma solicitação telefônica, enquanto as outras trazem a classificação de ativação de alarme. Um detalhe dos atendimentos: todos ocorreram nas primeiras horas da manhã. Em agosto, houve uma solicitação rotulada como “Misc Priority Incdnt” (Incidente de Prioridade Diversa, em tradução inglês).

Passados três meses, os duques de Sussex apresentaram mais um problema com o alarme da mansão. Nem na véspera do Natal Harry e Meghan tiveram paz. Às 16h13 de 24 de dezembro, policiais foram chamados à propriedade depois que um homem foi acusado de invadi-la. No dia seguinte, os agentes voltaram à mansão do casal após uma ligação classificada como “Crimes de Propriedade”.

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O homem, identificado como Nickolas Brooks, de 37 anos, foi preso por contravenção civil e, em seguida, liberado, conforme disse o gabinete do xerife de Santa Bárbara. O The Sun entrou em contato com o “invasor”. Ele admitiu que estaria “chapado” de narcóticos. A chamada mais recente ocorreu em 16 de fevereiro. Na ocasião, houve mais uma ativação de alarme. O jornal tentou contato com representantes dos duques de Sussex, mas eles não responderam às perguntas.

Em entrevista à Oprah Winfrey, o príncipe Harry comentou a retirada dos seguranças da realeza quando decidiu se afastar dos afazeres da Coroa britânica. Os agentes eram financiados pelos contribuintes do Reino Unido. Grávida de uma menina, Meghan Markle confessou ter enviado cartas à família real para que não fossem retirados os oficiais de proteção pessoal. À época, a duquesa de Sussex avisou que o marido estava enfrentando ameaças de morte.

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