Rolou na 3ª: governo lança Mais Brasil e Lava Jato na cola do MDB

Bolsonaro comemora 300 dias de gestão, apresenta balanço sobre medidas tomadas de janeiro até agora e aponta resultados obtidos

Igo Estrela/MetrópolesIgo Estrela/Metrópoles

atualizado 05/11/2019 22:29

Nesta terça-feira (05/11/2019), o governo federal entregou um pacote de medidas econômicas ao Congresso Nacional, o chamado “Plano Mais Brasil – A Transformação do Estado”. A intenção da equipe do ministro da Economia, Paulo Guedes, é, segundo ele, dar musculatura fiscal para União, estados e municípios.

Entre as propostas, está o enxugamento de despesas na máquina pública, ações para a geração de empregos, reforma do funcionalismo público, o pacto federativo e as privatizações, entre outras.

As três medidas são a “PEC emergencial”, que pretende reduzir gastos obrigatórios, o Pacto Federativo, para alterar a divisão dos royalties do petróleo, e a desvinculação de recursos de fundos especiais com o objetivo de abater a dívida pública.

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Ainda nesta terça, a Polícia Federal cumpriu mandados de busca e apreensão e medidas de sequestro de bens, assinados pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Edson Fachin, relator da Lava Jato. Agentes também entregaram intimações para os senadores Renan Calheiros (MDB-AL), Eduardo Braga (MDB-AM) e Jader Barbalho (MDB-PA).

A PF também pediu a Fachin a prisão temporária da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), do ex-ministro da Fazenda Guido Mantega (PT), dos ex-senadores Eunício Oliveira (MDB-CE) e Valdir Raupp (MDB-RO) e do ministro Vital do Rêgo Filho, do Tribunal de Contas da União (TCU), dentro de um inquérito que apura a “compra e venda” do apoio político do MDB em benefício do PT nas eleições presidenciais de 2014. O ministro negou as prisões.

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