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As mensagens de Fachin aos colegas do Supremo

As principais notícias da manhã desta terça-feira (10/3)

Repórter de Blog do Noblat10/03/2026 12:07, atualizado 10/03/2026 12:08
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BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
Edson Fachin

Fachin a presidentes de tribunais: Judiciário deve “dar o exemplo”.  Ministro declarou: que  “no nosso país, porém, o saudável distanciamento que mantemos das partes e dos interesses em jogo é o que permite, na prática, um mínimo de justiça social. A imparcialidade não é frieza — é a condição de possibilidade da equidade”.

Master: Fachin diz que investigações vão até o fim, “doa a quem doer”. Presidente do STF, Edson Fachin afirmou que “nada ficará debaixo do tapete” em suposta ligação de ministros da Corte com Daniel Vorcaro.

Cautela e silêncio. Fachin mantém contato constante com os colegas de tribunal, mas não havia se manifestado diretamente sobre o caso. Chama a atenção que ele saiu em defesa de Toffoli quando a relação com Master foi denunciada, mas até o momento nada disse sobre Alexandre de Moraes e seu contato com Vorcaro.

Candidato a governador de SP. Haddad confirma que deixa o Ministério da Fazenda semana que vem; Durigan deve assumir pasta . Ministro disse que ainda não definiu qual cargo disputará.

Outra carona.  Nikolas Ferreira voou em jatinho de empresário denunciado por lavagem de dinheiro durante a campanha municipal de 2024, “Nikolas utilizou uma aeronave que pertence a um empresário denunciado pelo MP-SP por integrar uma organização criminosa voltada à lavagem de dinheiro e à exploração ilegal de jogos de azar, incluindo máquinas caça-níqueis”. A informação é do Intercept

Ibaneis, Reag e Master. O escritório de advocacia do governador do DF, Ibaneis Rocha (MDB), fechou um contrato de R$ 38 milhões de venda de honorários de precatórios a um fundo ligado à Reag, gestora investigada pela PF por fazer parte no esquema do Master e ligações com o PCC.

PGR pede condenação de deputados do PL por propina em emendas. Representante da PGR frisou, no STF, que está “comprovada a organização criminosa” que pedia 25% de propina para liberação de emendas