Alexandre Faeirstein lança izakaya Koji, irmão caçula do Kojima

Espaço, que vai misturar izakaya com noodle bar, será inaugurado em maio, e vai ocupar ponto vizinho ao Kojima, na Asa Sul

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atualizado 14/02/2020 13:28

A capital federal vai ganhar mais um izakaya: o formato de boteco japonês clássico vai chegar à loja ao lado do Kojima, localizado na Asa Sul. Idealizado pelo chef Alexandre Faeirstein, o Koji vai ser o irmão mais novo do restaurante conhecido por seu rodízio de sushi. A previsão é inaugurar a casa em maio.

“Quando trouxe o Kojima para Brasília, fui para o balcão, mas acabei me afastando para trabalhar no operacional. Há uns dois anos, decidi voltar para o ponto original. Venho sonhando com o izakaya desde então: sinto falta de ter algo mais autoral, com a minha cara mesmo”, comenta Alexandre.

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Alexandre Faeirstein pretende reformular o Kojima – o primeiro passo é criar o irmão caçula da casa, o izakaya Koji

Com capacidade para 45 pessoas sentadas – sendo 15 delas no balcão –, a nova casa será inspirada no badalado Tan Tan Noodle Bar, de São Paulo. Alexandre fez uma consultoria com o chef paulistano Thiago Maeda, e promete levar o que aprendeu para o prato do brasiliense.

“Quero fazer uma comida completamente artesanal, fritar o tempurá no balcão, em frente ao cliente”, descreve o chef. Além da linha de lamens, a casa vai contar com comidinhas quentes como o sanduíche katsu sando. Embora a proposta não seja a de servir sushi e sashimi, será possível degustar um prato frio, o tirashi: a porção de gohan é coberta por aparas de peixe cru e legumes.

Novos ares

“Esqueça o Kojima. Tudo vai mudar completamente nos próximos anos”, adianta o chef. A inauguração do Koji será um marco para a completa reformulação da casa na 406 Sul. O cardápio ainda vai contar, é claro, com o clássico rodízio de sushi e sashimi, mas Alexandre pretende trocar a produção sofisticada pela simplicidade, e não o contrário.

“Eu percebo que hoje as pessoas vêm querendo sofisticação, querendo comer coisa cara. Eu quero servir comfort food. Não tenho raízes japonesas, mas trabalho com esse tipo de cozinha há 25 anos e quero mostrar o que aprendi, mas de maneira tranquila”, finaliza.

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