Messias se iguala a Gilmar em número de votos na CCJ. Veja outros placares
Jorge Messias recebeu a menor quantidade de votos desde a aprovação de Gilmar Mendes, em 2002
atualizado
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Aprovado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado por 16 votos, Jorge Messias recebeu a menor quantidade de votos desde a aprovação do ministro Gilmar Mendes, em 2002.
Após a sabatina na CCJ, Messias ainda terá de passar pelo plenário da Casa Alta, onde precisa de 41 votos dos 81 senadores para ser o novo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).
O Metrópoles fez um levantamento e mostra quantos votos cada um dos ministros da Suprema Corte recebeu na CCJ, e quem foi o presidente responsável pela indicação. A lista engloba apenas os magistrados que estão atualmente na Corte. Veja:
- Gilmar Mendes: recebeu 16 votos favoráveis ante a um contrário. Foi indicado por Fernando Henrique Cardoso (PSDB).
- Cármen Lúcia: foi aprovada por unanimidade. Foi indicada por Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
- Dias Toffoli: recebeu 20 votos favoráveis ante a três contrários. Foi indicado por Lula.
- Luiz Fux: recebeu 23 votos favoráveis e nenhum contrário. Foi indicado por Dilma Rousseff (PT).
- Edson Fachin: recebeu 20 votos favoráveis ante a sete contrários. Foi indicado por Dilma.
- Alexandre de Moraes: recebeu 19 votos favoráveis ante a sete contrários. Foi indicado por Michel Temer (MDB).
- Kassio Nunes Marques: recebeu 22 votos favoráveis ante a cinco contrários. Foi indicado por Jair Bolsonaro (PL).
- André Mendonça: recebeu 18 votos favoráveis ante a nove contrários. Foi indicado por Bolsonaro.
- Cristiano Zanin: recebeu 21 votos favoráveis ante a cinco contrários. Foi indicado por Lula.
- Flávio Dino: recebeu 17 votos favoráveis ante a 10 contrários. Foi indicado por Lula.
- Jorge Messias: recebeu 16 votos favoráveis ante a 11 contrários. Foi indicado por Lula.
O placar de Messias na CCJ se iguala ao placar de votos favoráveis de Gilmar Mendes. Nos contrários, não se igualou a nenhum ministro da Suprema Corte.
A sabatina do AGU na Comissão de Comissão e Justiça (CCJ) do Senado começou por volta das 9h30. Diante dos questionamento dos senadores, o indicado do presidente Lula afirmou que o Supremo não pode ser um “Procon da política”, mas que “não pode ser omisso”.
