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Brasil

Messias evita comentar Caso Master em sabatina: "Não é da competência da AGU"

Para o AGU, o papel de investigar o caso é de competência do Banco Central, da Polícia Federal e do Supremo Tribunal Federal (STF)

29/04/2026 15:11, atualizado 29/04/2026 15:39
BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
Imagem colorida de Jorge Messias - Metrópoles

O advogado-geral da União (AGU), Jorge Messias, afirmou nesta quarta-feira (29/4) que o caso do Banco Master não é de competência do órgão que chefia, mas do Banco Central, da Polícia Federal (PF) e do Supremo Tribunal Federal (STF).

A fala foi dada em resposta ao senador Jaime Bagattoli (PL-RO), que falou sobre um contrato de R$ 130 milhões de uma assessoria vinculada ao banco fundado por Daniel Vorcaro.

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“E essa assessoria era para assessorar esse banco? Não. Era para roubar os correntistas. Os correntistas desse banco perderam dinheiro”, alegou o senador.

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O ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), Jorge Messias, indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Supremo Tribunal Federal (STF)
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Em réplica, o AGU afirmou: “Senador, a AGU não teve nenhuma participação no caso do Banco Master. Não é da nossa competência, não participamos. Este é um assunto que afeta o Banco Central e, agora, a Polícia Federal e o Supremo Tribunal Federal, e também a Procuradoria-Geral da República”.

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Messias é sabatinado para ocupar uma vaga no STF. Precisa de 14 votos na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. No plenário, a aprovação depende de 41 votos dos 81 senadores.