Caso Master é uma disputa entre a PF e a turma do deixa disso
As principais notícias da manhã desta terça-feira (03/02)
atualizado
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Deixa disso que é ano de eleição. Políticos costuram operação abafa para frear investigações do Banco Master em ano eleitoral. Articulações nos bastidores envolvem governo, Congresso e Judiciário. Por isso, o Congresso aposta em uma relação amena entre governistas e oposição em 2026, para que o escândalo não influencie o resultado das eleições.
PF investiga manobras societárias no BRB após proposta ao Master. Relatórios internos do próprio BRB apontaram indícios de estruturas societárias consideradas atípicas.
Eu sei o que você fez no verão passado. Daniel Vorcaro era investigado pela PF quando foi autorizado pelo BC a se tornar banqueiro. Como o sócio Maurício Quadrado, controlador do Master se tornou acionista relevante de banco, mesmo sendo alvo de inquérito em 2019; Para o Estadão, Vorcaro diz ter sido excluído da investigação e o BC não respondeu.
Haddad 1. Haddad classifica caso Master como ‘muito grave’ e defende rastrear e recuperar o dinheiro. Para o ministro, Galípolo, do BC, “herdou um abacaxi” e recebeu uma “crise já instalada” quando assumiu o cargo.
Haddad 2. Haddad resiste à pressão do PT e diz que prefere participar da campanha presidencial de Lula a ser candidato, possivelmente a governador de São Paulo. Entretanto, cita conversas com Lula: ‘Vamos ver quem convence quem’.
Toc-Toc. A polícia francesa realizou buscas nos escritórios do X, rede social de Elon Musk, em Paris, investigando o uso abusivo de algoritmos e o serviço de IA Grok. As investigações procuram saber se o Grok facilita a divulgação de pornografia infantil e deepfakes explicitamente sexuais; Musk e ex-CEO serão ouvidos em abril. O jornal The Washington Post afirmou que funcionários foram pressionados a relaxar diretrizes sobre conteúdo sexual para aumentar a popularidade da IA


