Nutricionista revela as melhores carnes para o bife do dia a dia
Cortes magros e acessíveis de carne garantem proteínas de qualidade na rotina alimentar sem pesar no bolso ou prejudicar a saúde do coração
atualizado
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Na hora de planejar as refeições diárias, a escolha da carne vermelha gera dúvidas frequentes sobre o equilíbrio entre saúde e orçamento. Para aliar o valor nutricional à economia, a escolha do corte correto é fundamental. Segundo especialistas, o bife ideal para a rotina deve unir alto teor proteico, baixo índice de gordura e preço atrativo, mostrando que a carne vermelha pode, sim, fazer parte de um cardápio saudável. Entre as opções, o patinho ganha destaque, além do coxão mole, do lagarto e da alcatra magra.
Entenda
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Equilíbrio essencial: os melhores cortes para o dia a dia são aqueles que combinam boa quantidade de proteína, menor teor de gordura e valor acessível.
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Cortes recomendados: patinho, coxão mole, lagarto e alcatra magra são as opções mais interessantes para o bife da rotina.
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Menos gordura saturada: essas opções magras oferecem proteínas de qualidade com menos gordura saturada em comparação a cortes como picanha ou costela.
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Preparo e acompanhamento: o ideal é variar os cortes, priorizar preparações grelhadas, assadas ou na frigideira com pouca gordura, e acompanhar a carne com legumes, verduras e alimentos naturais.
Escolha da carne
A escolha do bife que vai à mesa diariamente vai muito além do gosto pessoal. De acordo com Rejane Prado, nutricionista do hospital Mantevida, o segredo para incluir a carne vermelha na rotina de forma saudável está na seleção de cortes que apresentem vantagens nutricionais e financeiras.
“Para o dia a dia, os melhores cortes para o bife são aqueles que conseguem equilibrar boa quantidade de proteína, menor teor de gordura e um valor acessível”, explica a nutricionista.
Entre as opções que preenchem esses requisitos, Rejane destaca o patinho, o coxão mole, o lagarto e a alcatra magra. A grande vantagem desses cortes é que eles oferecem proteínas de qualidade e menos gordura saturada quando comparados a carnes reconhecidamente mais gordurosas, como a picanha ou a costela.

Preparo
Para garantir os benefícios desses alimentos sem excessos, a forma de preparo também exige atenção. A orientação da especialista é variar os cortes escolhidos e priorizar preparações grelhadas, assadas ou feitas na frigideira com pouca gordura.
A profissional reforça que o consumo de carne vermelha não precisa ser visto como um problema para o organismo, desde que haja moderação e boas combinações no prato. “A carne vermelha pode fazer parte de uma alimentação saudável, desde que consumida com equilíbrio e acompanhada de legumes, verduras e outros alimentos naturais no dia a dia”, conclui Rejane.