SUS vai adotar vacina para Covid-19 que estiver pronta primeiro, diz Saúde

De acordo com o Ministério da Saúde, a intenção é buscar alternativas para que a imunização seja administrada às pessoas o quanto antes

atualizado 12/08/2020 19:54

ampolas de vacinaYoungvet/Getty Images

Em entrevista coletiva na tarde desta quarta-feira (12/8), o secretário de ciência, tecnologia, inovação e insumos estratégicos em saúde do Ministério da Saúde, Hélio Angotti Neto, afirmou que, apesar do acordo com a farmacêutica AstraZeneca para a produção da vacina de Oxford contra a Covid-19, o Sistema Único de Saúde (SUS) vai incorporar a imunização que “chegar primeiro” com efetividade e segurança comprovadas.

“Nada impede que o governo procure vacinas em paralelo e adquira outras opções de imunização. O importante é salvar o maior número de vidas, o quanto antes”, explica.

O secretário disse ainda que o montante de 100 milhões de doses acordadas com a farmacêutica é um número inicial, baseado na campanha de vacinação da influenza, e que deve ser expandido já que o Brasil será capaz de produzir a vacina.

Ele esclareceu que, apesar de alguns estados estarem fazendo acordos direto com fabricantes de vacina, a imunização contra o coronavírus será distribuída via Programa Nacional de Imunização (PNI) para as pessoas que são prioridade, independente de onde moram.

“O critério não será o estado e sim quem está em maior risco. O objetivo é levar a todos. É um processo que precisa ser feito com estratégia para chegar na ponta de forma mais eficaz e benéfica para a população”, afirma.

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