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Saúde

Professor ensina 5 dicas para começar a treinar e correr uma maratona

As meias-maratonas e maratonas exigem muito do corpo. O preparo físico e mental é importante para completar as provas com segurança

21/09/2022 02:00
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Professor ensina 5 dicas para começar a treinar e correr uma maratona

A preparação para uma prova de corrida de longa distância, como meias-maratonas (21,1 km) e maratonas (42,195 km), exige muito de um atleta. Manter a constância, superar os próprios limites e conseguir aumentar a distância percorrida dependem de muito treinamento dos corredores.

De acordo com o maratonista de elite e profissional de educação física Flávio Guimarães, responsável pela Equipe Super Time de Brasília, qualquer pessoa pode competir nessas provas. O primeiro passo é ter disposição mental para treinar e construir, junto com o treinador, uma estrutura física e muscular resistente para o corpo suportar com segurança as cargas do treinamento.

“O aumento do volume de quilômetros percorridos na corrida é progressivo, porém é importante gerar ao mesmo tempo uma confiança mental. A construção dos dois de forma saudável vai gerar resultados e longevidade no esporte”, afirma Guimarães.

O especialista dá cinco dicas para fazer corridas de longa distância:

Comece com pouco e tenha constância

A corrida é um esporte que pode ser comparado a uma escada. Para chegar às provas de meia-maratona e maratona, os corredores precisam começar com pequenas distâncias, como as provas de 5 km e, depois, as de 10 km. Pular etapas exige muito do corpo e aumenta o risco de sofrer lesões, diminuindo a constância no treino.

“Muitas pessoas querem começar correndo o máximo que podem. Isso é um grande erro. A chance de machucar é grande”, afirma Guimarães.

Procure um especialista em treinamento de corrida

Um profissional qualificado garantirá corridas mais seguras, sem lesões e com uma evolução mais rápida, além de ser um motivador para que os objetivos sejam alcançados.

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Um estudo feito por pesquisadores da Universidade de Tohoku, no Japão, mostra que entre 30 e 60 minutos de exercícios de fortalecimento muscular por semana é o suficiente
De acordo com os resultados da pesquisa, o risco de morte prematura entre as pessoas que se movimentam é entre 10% e 17% menor do que o verificado em pessoas sedentárias
Exercícios que utilizam o peso do próprio corpo, como a musculação e a prática de esportes, são algumas das recomendações. Além disso, atividades como Tai chi e ioga são indicadas para fortalecer ossos e músculos
Manter o corpo ativo ajuda ainda a melhorar resultados da menopausa, de períodos pós-operatório e pode ajudar a prevenir fraturas nos ossos, por exemplo. Além disso, auxilia no aumento da energia, e melhora o humor e o sono
Segundo especialistas, pessoas que se exercitam por, ao menos, meia hora na semana demonstram redução do risco de morte, doenças cardíacas e câncer. Uma hora semanal de atividades de fortalecimento muscular também foi relacionada à diminuição do risco de diabetes
Exercícios que fortalecem os ossos e os músculos são essenciais para evitar doenças e demais problemas de saúde. Além de melhorar o equilíbrio, exercitar-se ao menos duas vezes por semana é um dos segredos para prolongar a expectativa de vida e envelhecer melhor
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Exercícios que fortalecem os ossos e os músculos são essenciais para evitar doenças e demais problemas de saúde. Além de melhorar o equilíbrio, exercitar-se ao menos duas vezes por semana é um dos segredos para prolongar a expectativa de vida e envelhecer melhor

Mike Harrington/ Getty Images
Um estudo feito por pesquisadores da Universidade de Tohoku, no Japão, mostra que entre 30 e 60 minutos de exercícios de fortalecimento muscular por semana é o suficiente
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Um estudo feito por pesquisadores da Universidade de Tohoku, no Japão, mostra que entre 30 e 60 minutos de exercícios de fortalecimento muscular por semana é o suficiente

Hinterhaus Productions/ Getty Images
De acordo com os resultados da pesquisa, o risco de morte prematura entre as pessoas que se movimentam é entre 10% e 17% menor do que o verificado em pessoas sedentárias
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De acordo com os resultados da pesquisa, o risco de morte prematura entre as pessoas que se movimentam é entre 10% e 17% menor do que o verificado em pessoas sedentárias

Catherine Falls Commercial/ Getty Images
Exercícios que utilizam o peso do próprio corpo, como a musculação e a prática de esportes, são algumas das recomendações. Além disso, atividades como Tai chi e ioga são indicadas para fortalecer ossos e músculos
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Exercícios que utilizam o peso do próprio corpo, como a musculação e a prática de esportes, são algumas das recomendações. Além disso, atividades como Tai chi e ioga são indicadas para fortalecer ossos e músculos

Nisian Hughes/ Getty Images
Manter o corpo ativo ajuda ainda a melhorar resultados da menopausa, de períodos pós-operatório e pode ajudar a prevenir fraturas nos ossos, por exemplo. Além disso, auxilia no aumento da energia, e melhora o humor e o sono
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Manter o corpo ativo ajuda ainda a melhorar resultados da menopausa, de períodos pós-operatório e pode ajudar a prevenir fraturas nos ossos, por exemplo. Além disso, auxilia no aumento da energia, e melhora o humor e o sono

skaman306/ Getty Images
Segundo especialistas, pessoas que se exercitam por, ao menos, meia hora na semana demonstram redução do risco de morte, doenças cardíacas e câncer. Uma hora semanal de atividades de fortalecimento muscular também foi relacionada à diminuição do risco de diabetes
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Segundo especialistas, pessoas que se exercitam por, ao menos, meia hora na semana demonstram redução do risco de morte, doenças cardíacas e câncer. Uma hora semanal de atividades de fortalecimento muscular também foi relacionada à diminuição do risco de diabetes

Tom Werner/ Getty Images
A massa muscular e óssea do corpo humano atinge o pico antes dos 30 anos. A partir dessa idade, começa um decaimento natural, ou seja, indivíduos que começam a se exercitar na juventude terão aumento da força óssea e muscular ao longo da vida
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A massa muscular e óssea do corpo humano atinge o pico antes dos 30 anos. A partir dessa idade, começa um decaimento natural, ou seja, indivíduos que começam a se exercitar na juventude terão aumento da força óssea e muscular ao longo da vida

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Pessoas que se exercitam depois dos 30 anos reduzem a queda natural do corpo, conseguem preservar a força óssea e muscular e vivem muito melhor
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Pessoas que se exercitam depois dos 30 anos reduzem a queda natural do corpo, conseguem preservar a força óssea e muscular e vivem muito melhor

Justin Paget/ Getty Images

Inclua a musculação no treino

A musculação é peça importante para a prevenção de lesões em todas as fases de treino, tanto para atletas amadores quanto para os de alto rendimento. Ela contribui também para o aumento da resistência muscular e para o equilíbrio hormonal.

Treine também na grama, terra e brita

O maratonista de elite e profissional de educação física explica que as principais lesões dos corredores estão relacionadas a um desequilíbrio muscular combinado com os treinos feitos em asfalto e calçadas. Uma estratégia para evitar o problema é conciliar os treinos em outros terrenos, como grama, terra e brita.

“É interessante fugir desses terrenos (asfalto e calçadas). Fazer musculação e massagens são algumas chaves fundamentais para mais constância, estar livre de lesões e garantir a longevidade na corrida”, afirma.

Dedique um tempo para o descanso

Enquanto está correndo longas distâncias, a musculatura de um atleta é muito exigida, sofrendo um processo natural de microlesões. A folga entre os treinos é fundamental para a recuperação muscular e para evitar contusões.

“Descanso também é treino e precisa ser praticado sempre. Muitas situações negativas na caminhada esportiva estão relacionadas à falta de repouso. Respeitar o corpo, principalmente quando se está cansado, é o maior segredo na evolução no esporte”, afirma Guimarães.

Em quanto tempo os resultados aparecem?

Os resultados dos treinos dependem de alguns fatores, como as individualidades de cada atleta e dos treinos. Segundo Guimarães, um atleta pode estar pronto para uma prova de meia-maratona em, ao menos, seis meses. Uma prova de cinco ou 10 km pode ser feita em 16 semanas.

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