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São Paulo

Greve na USP: protesto de estudantes na Paulista mira Tarcísio

Manifestantes cobram respostas da Reitoria da USP sobre pautas ligadas à permanência estudantil, além de questionarem ação da PM

13/05/2026 21:20
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Victor Aguiar/Metrópoles
Imagem colorida mostra protesto de estudantes na Avenida Paulista - Metrópoles

Um grupo que reúne instituições de estudantes de três universidades estaduais (USP, Unicamp e Unesp) realizou protesto, na noite desta quarta-feira (13/5), em meio à greve que mobiliza alunos da Universidade de São Paulo. O ato, organizado pelo Diretório Central dos Estudantes (DCE) da USP, também teve falas, faixas e cartazes contra a gestão do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos).

Os manifestantes — cerca de 2 mil, segundo a organização do evento — cobram respostas da Reitoria da USP sobre pautas ligadas ao auxílio de permanência estudantil e melhores condições dos restaurantes universitários, além de questionarem a ação de desocupação realizada pela Polícia Militar (PM) na madrugada do último domingo (10/5).

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Protesto de estudantes na Avenida Paulista
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No ato, estiveram presentes figuras como a deputada federal Sâmia Bomfim (Psol-SP) — que chegou a fazer um discurso no início da manifestação — e os deputados estaduais Eduardo Suplicy (PT), Guilherme Cortez (Psol), Paula Nunes (Psol) e Ediane Maria (Psol).

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Servidores públicos e professores da rede municipal, que mais cedo realizaram outro ato contra o prefeito Ricardo Nunes (MDB), também se uniram à passeata dos estudantes.

Os estudantes entoaram palavras de ordem e discursos contra a administração da universidade, partindo da Avenida Paulista em direção à Praça Roosevelt, no centro de São Paulo. O movimento também discute os próximos passos da paralisação e a retomada de negociações com a Reitoria da USP.

Ao contrário do ato realizado na Praça da República na segunda-feira (11/5), não houve registro de conflitos com pessoas contrárias à greve. Apesar da forte presença da PM na segurança do protesto, também não houve atrito entre agentes e estudantes.

Até a publicação desta reportagem, a universidade ainda não havia se manifestado sobre o ato desta quarta. O espaço segue aberto para manifestações.