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Mundo

Diário de guerra: Biden sobe o tom, e reuniões têm poucos resultados

O Metrópoles reúne principais notícias do conflito: presidente dos EUA demonstra preocupação com crise humanitária, e países impõem sanções

25/03/2022 00:00
Win McNamee/Getty Images
Joe Biden, presidente dos Estados Unidos. Ele usa terno escuro e camiseta clara. Ele tem cabelos brancos- Metrópoles

As reuniões entre líderes mundiais não apresentaram resultados tão expressivos como era esperado. Foram decretadas novas sanções econômicas e mais apoio militar, mas nada que propriamente tenha impacto suficiente para pressionar por um cessar-fogo imediato.

A Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) afirmou que a Rússia pretende usar armas químicas e biológicas contra a Ucrânia. Prometeu reação, assim como representantes de Reino Unido, França e Alemanha, entre outros.

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, manifestou, contudo, preocupação com a catástrofe humanitária gerada pela guerra e os próximos passos do líder russo, Vladimir Putin.

Na primeira fala após a reunião de cúpula da Otan, em Bruxelas, na Bélgica, na quinta-feira (24/3), Biden defendeu a expulsão da Rússia do G20, grupos dos países mais ricos do mundo. A Polônia, país integrantes da Otan e que faz fronteira com a Ucrânia, propõe a medida como forma de isolar e enfraquecer Putin.

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Biden confirmou que os Estados Unidos vão acolher 100 mil refugiados ucranianos e oferecer US$ 1 bilhão (R$ 4,8 bilhões) em ajuda humanitária ao país.

Além disso, será criado um sistema de monitoramento para registrar e punir pessoas ou países que violarem as sanções econômicas contra a Rússia.

O presidente norte-americano comemorou a união dos países da Otan e europeus. “Ficou claro que ele achou que a gente não conseguiria manter essa coesão. Ele conseguiu o resultado exatamente oposto”, concluiu o líder norte-americano.

Veja, a seguir, os principais fatos do dia selecionados pelo Metrópoles: