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Mirelle Pinheiro

Polícia apreende helicóptero em operação contra cassino usado pelo PCC.

O esquema bilionário movimentou, segundo a Polícia Civil e o Ministério Público de SP, R$ 5,2 bilhões da facção criminosa

28/05/2026 10:01, atualizado 28/05/2026 10:20
Material cedido ao Metrópoles
Polícia apreende helicóptero em operação contra cassino usado pelo PCC

Investigadores da Polícia Civil de São Paulo apreenderam, nesta quinta-feira (28/5), um helicóptero em nome de um dos alvos da Operação Falsa Las Vegas, deflagrada contra um esquema bilionário de exploração ilegal de apostas e lavagem de dinheiro que teria movimentado milhões para a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).

Segundo os investigadores, o grupo operava uma estrutura clandestina de jogos de azar que utilizava plataformas digitais, fintechs, contas de passagem e laranjas para ocultar dinheiro e dificultar o rastreamento das operações financeiras.

A coluna apurou que a aeronave apreendida está registrada em nome de Eduardo Moreno Lopes, alvo da operação deflagrada nesta quinta (28) e da Operação Falso Mercúrio, deflagrada em dezembro de 2025. Na ocasião, um barco avaliado em R$ 15 milhões foi apreendido. Os investigadores constataram que a embarcação também pertencia a Lopes. Ele é considerado foragido.

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Segundo os investigadores, o grupo operava uma estrutura clandestina de jogos de azar que utilizava plataformas digitais, fintechs, contas de passagem e laranjas para ocultar dinheiro e dificultar o rastreamento das operações financeiras
A aeronave está em nome de Eduardo Moreno Lopes
Uma embarcação de R$ 15 milhões foi apreendida em outra operação que investiga o mesmo esquema
Carros de luxo também foram apreendidos
Em 2025, durante a Operação Falso Mercúrio, deflagrada em 4 de dezembro, a Polícia Civil de São Paulo apreendeu embarcações e carros avaliados em milhões de reais.
Investigadores da Polícia Civil de São Paulo apreenderam, nesta quinta-feira (28/5), um helicóptero em nome de um dos alvos da Operação Falsa Las Vegas
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Investigadores da Polícia Civil de São Paulo apreenderam, nesta quinta-feira (28/5), um helicóptero em nome de um dos alvos da Operação Falsa Las Vegas

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Segundo os investigadores, o grupo operava uma estrutura clandestina de jogos de azar que utilizava plataformas digitais, fintechs, contas de passagem e laranjas para ocultar dinheiro e dificultar o rastreamento das operações financeiras

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A aeronave está em nome de Eduardo Moreno Lopes
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A aeronave está em nome de Eduardo Moreno Lopes

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Uma embarcação de R$ 15 milhões foi apreendida em outra operação que investiga o mesmo esquema
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Uma embarcação de R$ 15 milhões foi apreendida em outra operação que investiga o mesmo esquema

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Carros de luxo também foram apreendidos
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Carros de luxo também foram apreendidos

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Em 2025, durante a Operação Falso Mercúrio, deflagrada em 4 de dezembro, a Polícia Civil de São Paulo apreendeu embarcações e carros avaliados em milhões de reais.
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Em 2025, durante a Operação Falso Mercúrio, deflagrada em 4 de dezembro, a Polícia Civil de São Paulo apreendeu embarcações e carros avaliados em milhões de reais.

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Integrante da cúpula

Conforme apontam as investigações, Eduardo, conhecido pelo apelido de “Tio”, integraria a cúpula estratégica do esquema.

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Ele teria atuado como operador financeiro profissional, sendo responsável por gerenciar o fluxo ilícito do esquema e estaria ligado ao Grupo IRKA, apontado como elo financeiro entre os operadores das plataformas ilegais e integrantes do PCC.

Operação Falso Mercúrio

Em 2025, durante a Operação Falso Mercúrio, deflagrada em 4 de dezembro, a Polícia Civil de São Paulo apreendeu embarcações e carros avaliados em milhões de reais.

Os veículos de luxo foram adquiridos pela rede de lavagem de dinheiro ligada ao Primeiro Comando da Capital (PCC).

Na ação de grande porte, a PCSP apreendeu:

  • Embarcação Briza Azimut 560, avaliada em R$ 15 milhões
  • Embarcação Intermarine, avaliada em R$ 4 milhões
  • Embarcação Sunrise I, avaliada em 300 mil
  • Carros de alto padrão

A coluna apurou que os veículos eram usados no esquema de lavagem de dinheiro, tanto na fase de ocultação quanto de integração.