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Fábia Oliveira

Filha de Mr. Catra deixa presídio um ano após prisão

Julia Garcia Domingues havia sido detida em operação que investigou fraudes envolvendo empréstimos consignados a aposentados

13/07/2026 16:01, atualizado 13/07/2026 17:58
Reprodução/redes sociais.
Filha de Mr. Catra deixa presídio um ano após prisão

Julia Garcia Domingues, uma das filhas de Mr. Catra, deixou a prisão após passar cerca de um ano detida.

Ela havia sido presa em 9 de julho de 2025, durante a Operação Falsa Portabilidade, deflagrada pela Polícia Civil do Rio de Janeiro para desarticular um esquema de fraudes em empréstimos consignados que tinha aposentados e pensionistas como principais vítimas.

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Marido registrou saída

A saída do Instituto Penal Djanira Dolores de Oliveira, unidade feminina localizada no Complexo de Bangu, na zona sudoeste do Rio, foi registrada em vídeo e publicada nas redes sociais do marido de Julia, Lenon Costa.

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Ao compartilhar as imagens, ele escreveu: “Liberdade eterna, gratidão sempre a Deus e aos orixás. Agora é só vitória”.

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Julia Garcia Domingues e o marido.
Julia Garcia Domingues
Julia Garcia Domingues
Julia Garcia Domingues
Julia Garcia Domingues, o marido e Mr. Catra.
Mr. Catra e Julia Garcia Domingues.
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Mr. Catra e Julia Garcia Domingues.

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Julia Garcia Domingues, o marido e Mr. Catra.

Relembre a investigação

A investigação apontou que Julia integrava um grupo suspeito de aplicar golpes por meio da chamada falsa portabilidade de crédito.

Além dela, mais seis pessoas foram presas. Também foram cumpridos mandados nos estados de Minas Gerais, Acre e Santa Catarina. Segundo a Polícia Civil, o esquema movimentou aproximadamente R$ 5 milhões ao longo dos últimos anos.

De acordo com as apurações, os investigados convenciam as vítimas a contratar um novo empréstimo, sob o pretexto de quitar um contrato anterior.

Com a promessa de juros menores e melhores condições de pagamento, aposentados e pensionistas aderiam à operação, mas acabavam assumindo uma nova dívida, enquanto os suspeitos ficavam com os valores liberados.

Segundo a Polícia Civil, Julia Garcia cedia contas bancárias para receber os valores obtidos com as fraudes. As investigações também indicam que o grupo utilizava documentos falsificados para viabilizar a contratação dos empréstimos.