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Grande Angular

Damares diz que Michelle está "aflita" após decisão de Moraes

Após falar com Michelle, Damares afirmou que a ex-primeira-dama está "aflita" e "praticamente presa" com Bolsonaro

13/07/2026 17:35, atualizado 14/07/2026 07:31
Breno Esaki/Metrópoles
Michelle Bolsonaro de óculos escuros - Metrópoles

A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) afirmou ter conversado com a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) após a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), proferida nesta segunda-feira (13/7), que suspendeu por 90 dias o direito de visita do pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro ao pai, Jair Bolsonaro.

Segundo a parlamentar, Michelle está “aflita”, pois “tem se dedicado e cumprido fielmente as medidas cautelares” impostas ao ex-presidente.

Damares diz que Michelle está “aflita” após decisão de Moraes - destaque galeria
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Michelle Bolsonaro
O senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ)
Jair Bolsonaro
Ministro Alexandre de Moraes (STF)
Senadora Damares Alves (Republicanos-DF)
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Senadora Damares Alves (Republicanos-DF)

Vinicius Schmidt/Metrópoles
Michelle Bolsonaro
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Michelle Bolsonaro

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
O senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ)
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O senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ)

Divulgação/Grupo Voto
Jair Bolsonaro
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Jair Bolsonaro

BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
Ministro Alexandre de Moraes (STF)
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Ministro Alexandre de Moraes (STF)

Gustavo Moreno/SCO/STF

“Ela está aflita, preocupada e praticamente está presa com ele”, disse Damares ao Metrópoles ao relatar a conversa com a ex-primeira-dama.

Decisão de Moraes

No sábado (11/7), Flávio Bolsonaro divulgou nas redes sociais carta escrita por Jair Bolsonaro, na qual o ex-presidente reafirma apoio ao filho mais velho na disputa pela Presidência da República, nas eleições de outubro deste ano.

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Na decisão desta segunda-feira, Moraes lembra que, ao conceder prisão domiciliar temporária a Bolsonaro, em 24 de março de 2026, determinou, entre outras medidas cautelares, a proibição do uso de redes sociais, de forma direta ou por intermédio de terceiros.

Diante da divulgação da carta por Flávio, o ministro deu prazo de 48 horas para que a defesa de Bolsonaro se manifeste sobre a “possível desobediência à ordem judicial” e esclareça se o ex-presidente tinha “ciência da divulgação da carta nas redes sociais” do filho.