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Mirelle Pinheiro

Polícia acha R$ 500 mil em saco de lixo e prende operadores do PCC.

Dois dos cinco líderes foram presos durante a operação Falsa Las Vegas, deflagrada nessa quinta-feira (28\5)

28/05/2026 10:58, atualizado 28/05/2026 11:09
Polícia acha R$ 500 mil em saco de lixo e prende operadores do PCC
Polícia acha R$ 500 mil em saco de lixo e prende operadores do PCC

A Polícia Civil de São Paulo prendeu, nesta quinta-feira (28/5), Carlos Kamalakian e Sandro Calliari durante a Operação Falsa Las Vegas, deflagrada contra um esquema bilionário de exploração ilegal de apostas e lavagem de dinheiro ligado a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).

Durante o cumprimento dos mandados, os investigadores apreenderam cerca de R$ 500 mil em espécie com Sandro Calliari. O dinheiro estava armazenado dentro de sacos de lixo, escondidos dentro de um carro, segundo apurado pela coluna.

Operação Falsa Las Vegas

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Carros de luxo também foram apreendidos
Uma aeronave em nome de Eduardo Moreno Lopes foi apreendida
Segundo os investigadores, o grupo operava uma estrutura clandestina de jogos de azar que utilizava plataformas digitais, fintechs, contas de passagem e laranjas para ocultar dinheiro e dificultar o rastreamento das operações financeiras
Investigadores da Polícia Civil de São Paulo apreenderam, nesta quinta-feira (28/5), um helicóptero em nome de um dos alvos da Operação Falsa Las Vegas
Uma embarcação de R$ 15 milhões foi apreendida em outra operação que investiga o mesmo esquema
Em 2025, durante a Operação Falso Mercúrio, deflagrada em 4 de dezembro, a Polícia Civil de São Paulo apreendeu embarcações e carros avaliados em milhões de reais.
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Em 2025, durante a Operação Falso Mercúrio, deflagrada em 4 de dezembro, a Polícia Civil de São Paulo apreendeu embarcações e carros avaliados em milhões de reais.

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Carros de luxo também foram apreendidos
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Carros de luxo também foram apreendidos

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Uma aeronave em nome de Eduardo Moreno Lopes foi apreendida
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Uma aeronave em nome de Eduardo Moreno Lopes foi apreendida

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Segundo os investigadores, o grupo operava uma estrutura clandestina de jogos de azar que utilizava plataformas digitais, fintechs, contas de passagem e laranjas para ocultar dinheiro e dificultar o rastreamento das operações financeiras
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Segundo os investigadores, o grupo operava uma estrutura clandestina de jogos de azar que utilizava plataformas digitais, fintechs, contas de passagem e laranjas para ocultar dinheiro e dificultar o rastreamento das operações financeiras

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Investigadores da Polícia Civil de São Paulo apreenderam, nesta quinta-feira (28/5), um helicóptero em nome de um dos alvos da Operação Falsa Las Vegas
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Investigadores da Polícia Civil de São Paulo apreenderam, nesta quinta-feira (28/5), um helicóptero em nome de um dos alvos da Operação Falsa Las Vegas

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Uma embarcação de R$ 15 milhões foi apreendida em outra operação que investiga o mesmo esquema
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Uma embarcação de R$ 15 milhões foi apreendida em outra operação que investiga o mesmo esquema

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O Ministério Público de São Paulo e a Polícia Civil deflagraram, nesta quinta-feira (28/5), a Operação Falsa Las Vegas contra o esquema bilionário.

A ação é um desdobramento da Operação Falso Mercúrio e mira empresários, operadores financeiros, empresas de fachada e plataformas de apostas suspeitas de movimentar recursos do crime organizado.

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As investigações apontam que a plataforma “Aposte Fácil” operava com aparência de legalidade ao utilizar referências à Loterj e sistemas de pagamento formalizados.

Paralelamente, o grupo mantinha a plataforma clandestina “Black Vegas”, hospedada fora do país, usada para oferta de jogos ilegais como “Tigrinho” e “Jogo do Bicho”.

A investigação também identificou sofisticada engrenagem de lavagem de dinheiro baseada em empresas de fachada, contas bancárias pulverizadas e uso de “laranjas”. Segundo a polícia, alguns laranjas recebiam pagamentos mensais apenas para emprestar documentos pessoais para abertura de empresas e contas bancárias.

Nesta fase da operação, a Justiça autorizou cinco prisões preventivas, 22 mandados de busca e apreensão, além do bloqueio de bens e ativos financeiros que ultrapassam R$ 5,2 bilhões. Ao todo, 76 imóveis foram sequestrados pelas autoridades.