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BRB: acordo prevê que dinheiro de atos ilícitos devolvido pagará empréstimo
O acordo entre GDF e União foi oficializado nesta quinta-feira (28/5) durante audiência mediada pelo STF
atualizado
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O acordo costurado no Supremo Tribunal Federal (STF) para salvar o Banco de Brasília (BRB) prevê que a devolução de valores oriundos dos atos ilícitos serão prioritariamente direcionados ao pagamento do empréstimo que será feito junto ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC).
A devolução de dinheiro desviado é um dos pontos discutidos nas negociações sobre as delações de Daniel Vorcaro e de Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB.
A segunda audiência foi realizada no gabinete do ministro Luiz Fux, no STF, nesta quinta-feira (28/5). O acordo firmado entre as partes vai viabilizar o empréstimo de até R$ 6,5 bilhões, com fiança de sindicato de bancos. Não haverá aval da União.
De acordo com o representante da Advocacia-Geral da União (AGU), Flávio Roman, não há recursos da União em favor do DF. O que existe no acordo é a aprovação de uma operação que permite ao GDF fazer a operação para capitalização do BRB nos limites de até 16% da Receita Corrente Líquida do DF.
“Isso amplia para cerca de R$ 6,5 bilhões para capitalização. O acordo foi firmado e submetido à homologação do ministro Luiz Fux. Fica o Agradecimento da União”, afirmou Roman.