
Claudia MeirelesColunas

Proteína animal ou vegetal? Nutri diz qual é a melhor para o coração
Estudos apontam que a proteína vegetal pode ser mais eficiente que a origem animal para a saúde do coração
atualizado
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A proteína é comumente associada à carne animal, entretanto, os vegetais também podem ser uma fonte consistente — e até mais eficiente —, mesmo para aqueles que não são adeptos às dietas veganas ou vegetarianas. De acordo com um relatório da EAT Foundation, pessoas que consomem mais proteínas vegetais tende a ter melhor perfil cardiometabólico, visto que essa é uma fonte com menos gordura.
Na avaliação da nutricionista Carla de Castro, a dieta ideal deve equilibrar as duas fontes para oferecer uma maior diversidade de aminoácidos, vitaminas e minerais para o corpo.
“As proteínas animais fornecem aminoácidos essenciais de forma completa, enquanto as proteínas vegetais contribuem com fibras e compostos bioativos fundamentais para a saúde intestinal e metabólica. Essa combinação favorece uma alimentação mais equilibrada, funcional e sustentável”, revela.

A importância da proteína para o corpo
Independentemente de qual for a fonte, o que importa mesmo é bater a quantidade necessária do nutriente — que varia entre 0,8g a 1,0g por kg de peso em pessoas sedentária, e entre 1,2g e 2,2 kg para pessoas fisicamente ativas.
“O consumo adequado de proteínas diariamente é fundamental porque o organismo utiliza esses nutrientes de forma contínua na renovação dos tecidos e na produção de substâncias indispensáveis ao funcionamento físico e mental”, esclarece.

De acordo com a profissional, as refeições com maior teor de proteínas aumentam a saciedade, ajudam a reduzir o apetite ao longo do dia e contribuem para um melhor controle da ingestão alimentar.
“Quando inseridas em uma dieta bem organizada e associadas à prática de atividade física, podem elevar o gasto energético diário, uma vez que a manutenção da massa muscular exige maior demanda energética”, pontua Carla de Castro.
Além disso, o nutriente ajuda no desenvolvimento muscular e favorece um metabolismo mais ativo e eficiente na utilização da energia corporal, tanto a partir do glicogênio muscular quanto da gordura corporal, de acordo com as necessidades individuais, garante a nutricionista.

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