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Gastroenterologista aponta o pior hábito para a saúde do pâncreas
A gastroenterologista Elaine Moreira, de São Paulo (SP), destaca alguns hábitos que prejudicam o pâncreas, sendo que um oferece maior risco
atualizado
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A coluna Claudia Meireles já perguntou para especialistas o que tende a favorecer o entupimento das artérias, enfraquecer os ossos e agravar o quadro de gordura no fígado. Desta vez, a gastroenterologista Elaine Moreira foi questionada sobre qual hábito prejudica o bom funcionamento do pâncreas.
Titulada pela Federação Brasileira de Gastroenterologia (FBG), a médica pontua, primeiramente, que a obesidade afeta a saúde do pâncreas, órgão responsável por produzir hormônios e enzimas essenciais para a digestão. “O paciente que não faz o controle do peso tem maior risco de doença pancreática”, explica.
A especialista em endoscopia digestiva acrescenta que indivíduos tabagistas, que consomem grande quantidade de álcool e com excesso de triglicerídeos, ou seja, gordura no sangue, também apresentam maior chance de comprometimento do pâncreas. Ela faz um adendo com relação à alimentação pouco saudável.
“Dieta inadequada, isto é, rica em açúcar, gorduras saturadas, carnes processadas e embutidos tende a afetar o pâncreas”, ressalta Elaine Moreira. A gastroenterologista de São Paulo (SP) alerta a respeito do sedentarismo: “Pessoas sedentárias também dispõem de maior risco de doença pancreática.”

Sinais de pâncreas comprometido
Órgão com funções endócrina e exócrina, o pâncreas produz os hormônios glucacon e insulina. A médica salienta que quando a glândula do sistema digestório está comprometida pode surgir alguns sintomas, como sensação de má digestão, dor abdominal geralmente no andar superior do abdômen e pico de glicose.
Com relação aos grupos com maior risco de desenvolver alguma doença no pâncreas, a especialista cita pessoas acima de 60 anos, tabagistas, obesos, indivíduos com triglicerídeos elevados, diagnosticados com cálculo na vesícula e etilistas pesados, ou seja, com alto consumo de álcool.

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