Investigação contra Deolane é “muito grave”, afirma delegada

A delegada da Polícia Civil de São Paulo, Maria Corsato, comentou a situação de Deolane Bezerra, investigada por lavagem de dinheiro

atualizado

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1 de 1 questionada-deolane-diz-que-estava-trabalhando-para-marcola - Foto: Reprodução/redes sociais.

A delegada da Polícia Civil de São Paulo Maria Corsato afirmou que a situação de Deolane Bezerra é “muito grave” após ela ser apontada pelo Ministério Público como integrante ativa de uma organização criminosa armada.

Presa preventivamente na última quinta-feira (21/5), Deolane é investigada por suposta lavagem de dinheiro e associação ao tráfico de drogas.

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Deolane Bezerra
Deolane Bezerra faz selfie no espelho
Presídio precisa seguir exigência padrão para receber Deolane Bezerra
Deolane Bezerra é suspeita de lavar dinheiro para o PCC
Deolane Bezerra se manifesta sobre prisão em carta: "Não sou bandida"
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Deolane Bezerra se manifesta sobre prisão em carta: "Não sou bandida"

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Deolane Bezerra é suspeita de lavar dinheiro para o PCC

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Segundo Corsato, o enquadramento criminal e os indícios apontados pela investigação dificultam que a influenciadora consiga justificar todas as movimentações financeiras analisadas pela polícia.

“Ela foi enquadrada pelo delegado e pelo Ministério Público como um membro ativo de uma organização criminosa armada e também por associação ao tráfico de drogas. É algo muito grave”, declarou a delegada ao programa Melhor da Tarde.

Deolane foi presa durante a Operação Vérnix. A polícia aponta que ela teria integrado a facção e lavado dinheiro para integrantes da alta cúpula do grupo criminoso.

Durante interrogatório realizado pela Polícia Civil de São Paulo, na quarta-feira (27/5), a influenciadora permaneceu em silêncio diante de cerca de 230 perguntas.

Maria Corsato explicou que Deolane deverá comprovar a origem de todas as movimentações financeiras ligadas ao nome dela, tarefa que classificou como difícil.

De acordo com a delegada, mesmo que contratos de prestação de serviço sejam apresentados, as empresas envolvidas também poderão ser intimadas para comprovar capacidade financeira e a origem dos recursos utilizados.

“Tem operações financeiras que ela não vai conseguir explicar”, opinou. “Nesse momento, da experiência de investigação, eles não têm como explicar essas transações. Eles precisam, então, criar explicações.

Apesar de não atuar diretamente no caso, Corsato acompanha as investigações. Em 2024, após comandar a apreensão de dois carros de luxo ligados a Deolane, a delegada denunciou a influenciadora por injúria e difamação, após ser acusada de mentir e espalhar notícias falsas.

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