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Brasil

Rolou na 3ª: Guedes fala em AI-5 e segunda instância sem acordo

Relator da ação que consulta o TSE sobre a possibilidade de coletar assinaturas eletrônicas para criar partidos vota contrário à questão

26/11/2019 22:08, atualizado 26/11/2019 23:45
Foto: Rafaela Felicciano/Metrópoles
Rolou na 3ª: Guedes fala em AI-5 e segunda instância sem acordo

Nesta terça-feira (26/11/2019), mais um integrante do núcleo próximo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) recorreu a citações sobre o AI-5, Ato Institucional editado no período mais duro da ditadura militar – que implicou na cassação de direitos civis e políticos, invalidou mandatos, instituiu a censura no país e fechou o Congresso Nacional.

Se em outubro o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) disse que a resposta contra uma radicalização da esquerda no Brasil poderia ser um “novo AI-5”, dessa vez foi o ministro da Economia, Paulo Guedes, que disse, nessa segunda-feira (25/11/2019), ser “uma insanidade” o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pedir a presença do povo em manifestações na rua. “Não se assustem então se alguém pedir o AI-5”, afirmou o ministro.

Confira:

Também nesta terça, a maioria dos líderes partidários do Congresso decidiu esperar que a Câmara dos Deputados divulgue um calendário com prazos para aprovação da proposta de emenda à Constituição (PEC) que estabelece a prisão após segunda instância, o que deve ocorrer na próxima semana.

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Depois que divulgado o calendário é que o Senado Federal decidirá se apoia ou não a proposta. A declaração foi feita após reunião de líderes convocada pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), para tentar um acordo acerca das propostas que tramitam no Congresso sobre a prisão após condenação em segunda instância.

Também participaram da reunião o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, e outros 19 deputados e 26 senadores.

Veja:

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