Bolsonaro diz que discurso na ONU não foi agressivo, mas “contundente”

PF encontra HD externo com uma planilha classificada como “suspeita” no gabinete do líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho

Carolina Antunes/PR

atualizado 25/09/2019 5:51

Nesta terça-feira (24/09/2019), o presidente Jair Bolsonaro (PSL) fez, na abertura da 74ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), um discurso que ele classificou como “contundente” e onde falou que o seu governo marca uma espécie de “renascimento” do Brasil após o país ter quase se tornado, na sua avaliação, um país “socialista”. “Um novo Brasil que ressurge depois de estar à beira do socialismo”, disse.

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No mesmo dia em que fez um discurso “contundente” na abertura da 74ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), o presidente Jair Bolsonaro sofreu uma derrota, digamos, contundente no Congresso Nacional: senadores e deputados derrubaram 18 dos 36 dispositivos da Lei de Abuso de Autoridade que ele havia vetado. Dezesseis dispositivos foram mantidos. Os demais serão votados separadamente após pedidos de destaque.

Entre os vetos que foram derrubados, um dos mais polêmicos é em relação ao artigo que prevê que é crime de abuso de autoridade “dar início ou proceder à persecução penal, civil ou administrativa sem justa causa fundamentada ou contra quem sabe inocente”. Essa conduta, com o veto, passará a ser crime, com pena prevista de um a quatro anos de detenção.

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