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Brasil

CPI do Crime Organizado aprova convites a Moraes e Dias Toffoli e convoca Vorcaro

Colegiado também convidou Viviane Barci de Moraes e pediu as quebras de sigilo da Reag, do Master e da Maridt

25/02/2026 10:29, atualizado 25/02/2026 12:53
Agência Brasil
Dias Toffoli e Alexandre de Moraes durante abertura do Seminário Políticas Judiciárias e Segurança Pública -- Metrópoles

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado do Senado aprovou, nesta quarta-feira (25/2), o convite de comparecimento aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e Dias Toffoli. O colegiado também convidou Viviane Barci, esposa de Moraes.

A CPI aprovou uma série de requerimentos que miram o caso do Banco Master, incluindo a convocação do banqueiro Daniel Vorcaro e do seu ex-sócio Augusto Lima. Familiares do ex-relator do caso no STF, Dias Toffoli, também foram convocados.

O convite é de comparecimento opcional. Somente pessoas convocadas são obrigadas a se apresentar ao colegiado. A votação foi simbólica.

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A CPI também aprovou as quebras de sigilo da Maridt Participações S.A, empresa ligada ao ministro Dias Toffoli, bem como do Banco Master e do fundo Reag. Integrantes da oposição tentaram aprovar quebras de sigilo do escritório chefiado por Viviane Barci, que prestou serviços ao Master em contratos milionários, mas foram tirados de pauta por “falta de nexo causal”.

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As ligações de familiares de ministros ao caso Master, repercutidos pela imprensa, levantaram suspeitas a respeito do possível vazamento de informações sigilosas sobre familiares de ministros.

Também foram convidados Rui Costa, ministro da Casa Civil, e Guido Mantega, o ex-ministro de Lula, a respeito de reuniões com Vorcaro no Palácio do Planalto com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Também foi convidado o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo.

A CPI ainda aprovou a convocação do ex-presidente do Banco Central Roberto Campos Neto. Os senadores analisam ainda convocações do ex-ministro da Fazenda do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Paulo Guedes.