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Caça a diplomatas para ajudar a fuga de brasileiros da Ucrânia

Se paga bem, em dólar, mas a missão tem seus riscos

02/03/2022 09:00, atualizado 02/03/2022 10:14
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Vyacheslav Madiyevskyy/Ukrinform/Future Publishing via Getty Images
Equipes de resgate carregam uma pessoa ferida na maca enquanto respondem a bombardeios de tropas russas no centro de Kharkiv, nordeste da Ucrânia

O Itamaraty anunciou que enviará em breve à Polônia 8 diplomatas para ajudarem os brasileiros que fogem da guerra na Ucrânia, mas a tarefa de escolher quem irá não está sendo fácil.

Sondado a respeito, um deles não quer ir. Sua mãe não deixa. Ele alega que tem dois filhos e que já deu sua cota de sacrifício pelo país ao servir em Angola e na África do Sul durante 7 anos.

A equipe da embaixada do Brasil vai deixar Kiev, a capital da Ucrânia, desde que aumentou a insegurança por lá com o avanço das tropas russas. O Itamaraty recusa-se a confirmar a informação.

Segue de pé o plano de abrir postos de atendimento consular em Lviv, cidade na fronteira com a Polônia, e em Chisinau, capital de Moldova. Faltam voluntários.