Lula e Alckmin: o óbvio ignorado

Por trás das manchetes, o presidente nunca cogitou rifar Alckmin, o vice que é sua “carta jogada”

atualizado

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Para quem acompanhou a política de Brasília nos últimos meses apenas pelas manchetes, a confirmação de Geraldo Alckmin como vice na chapa de Lula pode ter parecido um desfecho. Mas, para os bons entendedores, o anúncio foi apenas o ponto final em uma história que a imprensa insistiu em manter viva à base de ruídos e especulações.

Lula, em sua reunião ministerial, foi claro: Alckmin deixa o ministério para cumprir seu papel na chapa presidencial. O barulho de que o ex-governador de São Paulo seria “rifado” para abrir espaço ao centrão ou enviado para uma disputa estadual nunca passou de desejo de quem confunde o que quer que aconteça com o que vai acontecer.

Lula preza a lealdade acima de tudo – e Alckmin, além de conquistar o PT, provou ser o parceiro ideal. Uma “sorte”, como já disse o presidente.

O dilúvio de informações por segundo tenta criar crises onde há apenas estratégia. Alckmin fica. O resto é fumaça de quem ainda não entendeu como a banda toca.

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