A maneira mais saudável de fazer macarrão para evitar picos de glicose
A nutricionista Pâmella Cardoso reforça que não é necessário excluir o macarrão da alimentação, mesmo para quem precisa controlar a glicose
atualizado
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O macarrão costuma carregar a fama de vilão quando o assunto é glicose no sangue, mas a resposta não é tão simples quanto um “aumenta” ou “não aumenta”. Tudo depende do tipo de massa, da quantidade e, principalmente, de como ela é consumida.
A nutricionista Pâmella Cardoso destaca que o problema não é o alimento isolado, mas sim como ele é consumido e em grandes quantidades. “O macarrão também é uma fonte de carboidrato e, sim, pode aumentar a glicose, especialmente o macarrão tradicional refinado e em grandes porções.”

Segundo a profissional, o efeito glicêmico muda bastante de acordo com o preparo e as combinações alimentares. “Macarrões integrais, que contêm mais fibras, ou aqueles consumidos junto com proteínas, gorduras boas e vegetais, promovem uma absorção mais lenta da glicose. Isso evita picos bruscos no sangue e torna a refeição metabolicamente mais saudável”, afirma.
Outro ponto importante é o modo de preparo. Massas cozidas al dente, por exemplo, tendem a provocar uma elevação menor da glicemia do que aquelas muito cozidas. Além disso, molhos à base de vegetais, azeite e proteínas são opções mais equilibradas do que preparações ricas em açúcar ou gordura saturada.
A profissional destaca que o mais importante é observar a quantidade, frequência, qualidade do carboidrato e combinações no prato influenciam diretamente a resposta glicêmica.














