Macarrão na dieta: como incluí-lo sem comprometer o emagrecimento
Com pequenas trocas e atenção ao preparo, é possível saborear um bom macarrão — mesmo para quem busca perder peso

Poucos alimentos dividem tanto opiniões quanto o macarrão. Para alguns, ele é o vilão das dietas; para outros, um conforto indispensável. A boa notícia é que o macarrão pode, sim, fazer parte de um plano alimentar equilibrado, inclusive para quem quer perder peso, desde que seja consumido com estratégia.
O segredo está nas escolhas e proporções. O primeiro passo é observar o tipo de massa: versões integrais, de grão-de-bico, lentilha, ervilha ou até arroz integral possuem mais fibras e proteínas do que o macarrão tradicional, ajudando na saciedade e na redução dos picos de glicose.
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Outra dica importante é o ponto de cozimento: quanto mais “al dente”, mais lenta será a digestão, o que evita fome precoce e melhora o metabolismo da glicose. Já deixar a massa muito cozida aumenta seu índice glicêmico, tornando-a menos interessante para quem busca emagrecer.

Além disso, a temperatura também conta. Pesquisas mostram que, ao ser resfriado e depois reaquecido, o macarrão forma amido resistente, um tipo de carboidrato que funciona como fibra e ajuda a controlar a glicemia e a microbiota intestinal.
O acompanhamento faz toda a diferença. Prefira molhos caseiros à base de tomate natural, azeite, ervas e proteínas magras, como frango desfiado, atum ou ovos. Evite os molhos prontos e os excessos de queijos gordurosos, creme de leite e manteiga.
Por fim, equilíbrio é a palavra-chave. Uma boa estratégia é montar o prato com meia porção de macarrão, um terço de proteínas e bastante legumes ou folhas. Assim, o macarrão pode ocupar um papel inteligente dentro da dieta.

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