Após picar estudante, a Naja foi abandonada próximo a um shopping, em Brasília, há 5 anos. O animal foi recuperado e vive em São Paulo
Quatro réus foram condenados à prestação de serviços comunitários e recorreram. Entre eles, está o tenente-coronel Clóvis Eduardo Condi
Clóvis Eduardo Condi foi condenado em 1ª instância e ainda recorre. Valor recebido é referente à licença-prêmio
Animal foi encontrado vivo por funcionários na tubulação do laboratório do Instituto Butantan, de onde havia desaparecido em maio
Filhote fugiu do Laboratório de Herpetologia, que fica dentro do Butantan, mesmo instituto que abriga a Naja do DF, atualmente no museu
MPDFT pede pena maior e advogados querem diminuir efeitos da decisão. Réus serão intimados para apresentar suas razões perante o juiz.
Após um longo processo, Justiça concluiu o primeiro julgamento do caso e acolheu parte das acusações apresentadas pelo Ministério Público
Inquérito militar não encontrou indícios de prevaricação ou fraude processual indicados pela 14ª DP (Gama)
Adriana da Silva Mascarenhas teria expedido licença de coleta, captura e transporte de serpentes que não pertencem à fauna brasileira
Clóvis Eduardo Condi responde por associação criminosa, venda e criação de animais sem licença, maus-tratos e fraude