Doença rara faz criança ficar em estado vegetativo aos 3 anos
Joey Walton não consegue andar e se comunicar. Declínio começou há um ano em razão de uma doença chamada leucodistrofia metacromática (LDM)

Em apenas um ano, Joey Walton deixou de se movimentar e de falar por causa de uma doença rara chamada de leucodistrofia metacromática (LDM). A condição impede o corpo de produzir uma enzima importante para a higienização do cérebro, o que leva ao acúmulo de gordura no órgão.
A expectativa de vida de crianças com o problema de saúde de Joey é de não ultrapassar os sete anos de idade. Atualmente, o menino tem 3 anos. O nível de perda cognitiva é tão veloz que bastou um ano para que ele deixasse de andar e de falar.

Receba no seu email as notícias de Ciência&Saúde
Frequência de envio: Semanal
Ver todas“Ver o Joey é o que me motiva a lutar, observá-lo sendo feliz me dá forças. É lindo receber tantas demonstrações de amor”, diz Katie Walton, mãe do menino, no Facebook. A família mora na Inglaterra.
O declínio cognitivo de Joey começou aos dois anos. Os primeiros sintomas foram falhas de memória e fraqueza corporal. Depois, ele começou a perder a capacidade de falar e a sensibilidade das extremidades corporais. Atualmente, Joey está próximo do estágio vegetativo.
O que é a LDM?
A leucodistrofia metacromática debilita lentamente o funcionamento do cérebro até levar à morte. Ela atinge um indíviduo a cada 160 mil nascidos vivos. Os casos mais graves se manifestam na primeira infância.
Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles Saúde e CiênciaEm 2020, professores de medicina da Universidade do Planalto Catarinense relataram um caso de uma criança brasileira com a mesma doença – ela morreu aos sete anos, quando a debilitação atingiu o funcionamento do pulmão.
Cerca de 30 doenças raras agem de forma semelhante à LDM, o que torna o diagnóstico bastante demorado. Entretanto, uma vez determinado, não há muito que se possa fazer.
Receba notícias do Metrópoles no seu Telegram e fique por dentro de tudo! Basta acessar o canal: https://t.me/metropolesurgente.











