Para além dos shows de Gloria Groove e Melody e 14 trios elétricos, a Parada SP – também conhecida como Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo – promete ser uma celebração de luta, coragem e ocupação que vai tomar conta das ruas da Avenida Paulista, na região central da capital de São Paulo, a partir das 10h do dia 7 de junho.
9 imagens
1 de 9
27ª Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo na Avenida Paulista, região central da capital paulista, neste domingo (11). O tema este ano é "Queremos políticas sociais para LGBT+, por inteiro e não pela metade", visando reforçar a importância de lutar pela a proteção social da comunidade, exigir direitos negados e celebrar a diversidade.
Fábio Vieira/Metrópoles
2 de 9
27ª Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo na Avenida Paulista, região central da capital paulista, neste domingo (11). O tema este ano é "Queremos políticas sociais para LGBT+, por inteiro e não pela metade", visando reforçar a importância de lutar pela a proteção social da comunidade, exigir direitos negados e celebrar a diversidade.
Fábio Vieira/Metrópoles
3 de 9
27ª Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo na Avenida Paulista, região central da capital paulista, neste domingo (11). O tema este ano é "Queremos políticas sociais para LGBT+, por inteiro e não pela metade", visando reforçar a importância de lutar pela a proteção social da comunidade, exigir direitos negados e celebrar a diversidade.
Fábio Vieira/Metrópoles
4 de 9
27ª Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo na Avenida Paulista, região central da capital paulista, neste domingo (11). O tema este ano é "Queremos políticas sociais para LGBT+, por inteiro e não pela metade", visando reforçar a importância de lutar pela a proteção social da comunidade, exigir direitos negados e celebrar a diversidade.
Fábio Vieira/Metrópoles
5 de 9
Edição de 2017 contou com apresentação da cantora Anitta
PAULO LOPES/FUTURA PRESS/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
6 de 9
Movimentação na Avenida Paulista, em São Paulo, durante a concentração da 21° Parada do Orgulho LGBT de São Paulo. Este ano, o tema é o Estado Laico e o trajeto será: Avenida Paulista, Rua da Consolação até a dispersão na Praça da Republica, centro da cidade
JOCA DUARTE/PHOTOPRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
7 de 9
Movimentação na Avenida Paulista, em São Paulo, durante a concentração da 21° Parada do Orgulho LGBT de São Paulo. Este ano, o tema é o Estado Laico e o trajeto será: Avenida Paulista, Rua da Consolação até a dispersão na Praça da Republica, centro da cidade
Movimentação na Avenida Paulista, em São Paulo, durante a concentração da 21° Parada do Orgulho LGBT de São Paulo. Este ano, o tema é o Estado Laico e o trajeto será: Avenida Paulista, Rua da Consolação até a dispersão na Praça da Republica, centro da cidade
CHARLES SHOLL/FUTURA PRESS/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
9 de 9
Movimentação na Avenida Paulista, em São Paulo, durante a concentração da 21° Parada do Orgulho LGBT de São Paulo. Este ano, o tema é o Estado Laico e o trajeto será: Avenida Paulista, Rua da Consolação até a dispersão na Praça da Republica, centro da cidade
PAULO LOPES/FUTURA PRESS/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
Completando 30 anos, a manifestação visa reafirmar um chamado direto: sem ocupar a rua, não há visibilidade. Sem ocupar a política, não há garantia. Com o tema “Parada SP 30 anos: A rua convoca, a urna confirma”, o aniversário da Parada é, para os organizadores, mais do que a celebração de uma história, é a afirmação de uma posição.
Desde 1997, a Parada ocupa a Avenida Paulista durante o mês de junho. A primeira edição da manifestação aconteceu na Praça Roosevelt, onde poucas pessoas enfrentaram o medo para dizer o óbvio: que as vidas delas importam.
“Vai ter criança sim na Parada”, afirmou Nelson Matias Pereira, presidente da Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo, em coletiva realizada na noite desta terça-feira (26/5).
Considerada inconstitucional e discriminatória por ativistas de direitos humanos, a proposição é de autoria do vereador Rubinho Nunes (União Brasil). O texto também estabelece que os eventos da categoria sejam realizados exclusivamente em espaços fechados e com controle de entrada, inclusive com veto à ocupação e interdição de vias públicas.
Sob o pretexto de “proteger crianças e adolescentes de acessarem conteúdo impróprio”, o
determina que eventos para a comunidade LGBTQIAPN+ deverão ter classificação indicativa para maiores de 18 anos e informar previamente a “natureza” ao público. As penalidades previstas são cumulativas e variáveis.
Em caso de descumprimento, a proposta de Rubinho fixa multa em R$ 100 mil para ocasiões consideradas de pequeno porte, com até 100 participantes presenciais ou remotos; e em R$ 500 mil para médio porte (até 500 presentes, mesmo que virtualmente). A penalidade por chegar a R$ 1 milhão para eventos grandes, com registro de até 1.000 ou mais pessoas, seja presencialmente ou de forma remota.
Acessibilidade
Em 2026, a Parada SP quer ser ainda mais inclusiva. Segundo Suzana Gimenez, secretária de acessibilidade do evento, a atual edição foi pensada a partir de “todas as deficiências”.
Em coletiva de imprensa, Gimenez apresentou uma proposta de “acessibilidade 360°” para a Parada LGBT+. “A acessibilidade começa antes de chegar na Paulista”, disse ela. Isso inclui o uso de libras, descrição de imagens, legenda e linguagem simples em publicações nas redes sociais.
Já na avenida, o ato deve contar com trajeto adaptado em todos os trios e QR code com atendimento remoto durante todo o período.