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São Paulo

Policiais disfarçados recuperam 24 celulares furtados em Parada LGBT+

Além dos celulares recuperados, oito suspeitos foram presos em flagrante pelos policiais. Um dos envolvidos estava em saída temporária

23/06/2025 16:18
Reprodução/SSP
Imagem colorida de celulares furtados recuperados por policiais civis disfarçados - Metrópoles

Policiais civis infiltrados prenderam sete suspeitos em flagrante por furto de celular e um por receptação durante a Parada LGBT+ que aconteceu nesse domingo (22/6), em São Paulo. Agentes se infiltraram entre a multidão para monitorar e reprimir crimes de homofobia, mas também atuaram em ocorrências de furto e roubo.

De acordo com a polícia, no total, 24 aparelhos foram recuperados. Entre os detidos, cinco são estrangeiros.

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De acordo com a polícia, no total, 24 aparelhos foram recuperados
Além dos celulares recuperados, oito suspeitos foram presos em flagrante pelos policiais
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De acordo com a polícia, no total, 24 aparelhos foram recuperados
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Reprodução/SSP

Em uma das ocorrências, os policiais observaram um homem carregando uma bolsa, que era abastecida por outros quatro suspeitos que se aproximavam e entregavam celulares para ele. Os agentes abordaram os indivíduos e três deles conseguiram fugir, restando dois detidos.

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Os flagrantes aconteceram na Avenida Paulista e na Rua da Consolação, trajeto percorrido pelos participantes do evento.

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Policiais descobriram que envolvido estava em “saidinha”

De acordo com a Polícia Civil, um dos presos envolvidos nos furtos estava em saída temporária. Ele tem passagens por roubo e tráfico de drogas.

Os presos foram encaminhados ao Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) e os casos foram registrados como furto e associação criminosa.

A Secretaria da Segurança Pública (SSP) afirma que “os agentes foram empenhados, principalmente, para monitorar e reprimir crimes de intolerância, mas atuaram em ocorrências de furto e roubo também”.

A autoridade policial busca identificar as vítimas dos furtos e devolver os aparelhos. Até o momento, pelo menos três vítimas foram identificadas e tiveram os telefones devolvidos.