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São Paulo

Rope jump: testemunha diz que jovem morta não demonstrou medo antes do salto

Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, morreu no último dia 13 depois de sem jogada sem cordas da Ponte do Esqueleto, em SP

25/06/2026 18:01
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Instagram/Reprodução
Imagens inéditas mostram Maria Eduarda Rodrigues de Freitas momentos antes de salto mortal da ponte - Metrópoles

Uma das testemunhas ouvidas pela polícia disse que Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, a jovem que morreu durante uma prática de rope jump, no interior de São Paulo, aparentava estar tranquila momentos antes do salto. Segundo o homem, a estudante de Educação Física chegou a sorrir e interagir com a câmera que portava em mãos, o que para ele, indicaria que Maria Eduarda não tinha ciência da ausência das cordas de proteção.

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Maria Eduarda caiu de uma altura de aproximadamente 40 metros e sofreu politraumatismo. Ela não resistiu aos ferimentos e morreu no local.
Maria Eduarda caiu de uma altura de aproximadamente 40 metros e sofreu politraumatismo. Ela não resistiu aos ferimentos e morreu no local.
Maria Eduarda caiu de uma altura de aproximadamente 40 metros e sofreu politraumatismo. Ela não resistiu aos ferimentos e morreu no local.
Maria Eduarda caiu de uma altura de aproximadamente 40 metros e sofreu politraumatismo. Ela não resistiu aos ferimentos e morreu no local.
Rope Jump: amigo diz que preparação foi diferente para salto da vítima
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Rope Jump: amigo diz que preparação foi diferente para salto da vítima

Reprodução/Redes sociais
Maria Eduarda caiu de uma altura de aproximadamente 40 metros e sofreu politraumatismo. Ela não resistiu aos ferimentos e morreu no local.
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Maria Eduarda caiu de uma altura de aproximadamente 40 metros e sofreu politraumatismo. Ela não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

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Maria Eduarda caiu de uma altura de aproximadamente 40 metros e sofreu politraumatismo. Ela não resistiu aos ferimentos e morreu no local.
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Maria Eduarda caiu de uma altura de aproximadamente 40 metros e sofreu politraumatismo. Ela não resistiu aos ferimentos e morreu no local.
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Maria Eduarda caiu de uma altura de aproximadamente 40 metros e sofreu politraumatismo. Ela não resistiu aos ferimentos e morreu no local.
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Maria Eduarda caiu de uma altura de aproximadamente 40 metros e sofreu politraumatismo. Ela não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

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A jovem morreu no último dia 13 de junho, depois de ser lançada em queda livre de quase 30 metros da Ponte do Esqueleto, na divisa entre Limeira e Cordeirópolis, interior de São Paulo. Ao todo, seis pessoas foram presas depois da tragédia.

No inquérito que baseou a prisão de três dos investigados — Maicon Fernandes Cintra, de 42 anos; Luis Felipe Feliciano Egoroff, de 32; e Vitor de Freitas Gonçalves, de 27 —, a delegada Andréa Levy, responsável pelo caso, pontuou que Maria Eduarda foi submetida à prática da atividade de alto risco em um contexto no qual confiava integralmente na atuação dos instrutores, os quais se apresentavam como responsáveis técnicos pela organização e execução do evento.

“A vítima, leiga na prática específica e sem domínio técnico acerca dos procedimentos de segurança, foi induzida a acreditar que todos os protocolos indispensáveis haviam sido previamente observados, especialmente no que se refere à correta fixação do sistema de contenção de queda”, acrescentou a autoridade policial.

Maicon, Luis e Vitor são o trio que aparece no vídeo viral que mostra Maria Eduarda sendo arremessada da ponte, sem o devido equipamento de proteção. Os três foram presos em flagrante e tiveram a prisão convertida em preventiva no dia seguinte à tragédia.

No último sábado (20/6), a polícia prendeu mais três pessoas ligadas à organização do evento. São elas: João Antônio Pivetta Ribeiro da Silva, de 35 anos; Gabriel Barros Martins, de 30; e Evelyne dos Santos Gonçalves, de 43, esta última apontada como a principal responsável pelo grupo que organizava os saltos.

Inicialmente, eles ficariam presos temporariamente por cinco dias, mas a Polícia Civil enviou, na terça-feira (23/6), um pedido à Justiça para estender as prisões para 30 dias, até o término do inquérito.


Prefeitura proíbe acesso de ponte

  • Dois dias após a morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, autoridades passaram a discutir medidas para impedir novos acessos à Ponte do Esqueleto, entre Limeira e Cordeirópolis, local onde ocorreu o salto de rope jump que terminou em tragédia.
  • Em reunião realizada entre representantes da Secretaria do Patrimônio da União (SPU), da Advocacia-Geral da União (AGU) e das prefeituras dos dois municípios, também foi debatida a possibilidade de demolição da estrutura.
  • Segundo a SPU, os prefeitos de Limeira e Cordeirópolis manifestaram apoio à retirada da ponte e se comprometeram a reforçar os bloqueios já existentes para evitar a entrada de pessoas na área.
  • Em Limeira, a prefeitura informou que retomou as ações para fechar acessos irregulares ao local e reabrirá uma vala que havia sido criada para impedir a passagem, mas que acabou sendo aterrada sem autorização do município.
  • De acordo com a administração municipal, as medidas atendem a um pedido do governo federal para ampliar a segurança da área enquanto soluções definitivas são avaliadas.

Veja imagens do acidente:

Quem era a vítima

Maria Eduarda Rodrigues de Freitas tinha 21 anos e morava em Jandira, na Região Metropolitana de São Paulo. Em seu perfil do Instagram, dizia ter formação em educação física e gestão esportiva. Na plataforma, a jovem costumava compartilhar a rotina de treinos.

Ela trabalhava em uma academia de musculação no município. A empresa publicou uma mensagem de luto, lamentando a perda da colaboradora.

A jovem compartilhou fotos e vídeos pouco antes do salto de rope jump. Em uma das publicações, feita por volta das 7h30, Maria Eduarda mostrou uma foto da Ponte do Esqueleto e escreveu: “Quem foi o doido que deixou eu vir pular de uma ponte?”.

De acordo com o boletim de ocorrência, no momento do salto, Maria Eduarda portava uma câmera GoPro, usada para captar imagens em movimento. O equipamento não foi localizado após a queda.

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