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São Paulo

GoPro de jovem morta em rope jump deve ajudar a reconstituir acidente

Polícia Civil descreve ter visto jovem de 21 anos portando câmera no momento do salto, que terminou com morte trágica, em Limeira

, Repórter de São Paulo14/06/2026 15:41
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Reprodução/Redes sociais
Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos

Uma câmera do tipo GoPro pode descrever a dinâmica anterior à queda livre da jovem da jovem Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, que morreu após ser arremessada sem cordas de uma plataforma de aproximadamente 40 metros para a prática de rope jump, em Limeira, interior de São Paulo.

Segundo a Polícia Civil, as imagens divulgadas de ângulos diferentes do trágico acidente (veja acima) mostram que a vítima portava o dispositivo no momento da queda.

Contudo, quando policiais militares, inclusive bombeiros, foram ao local onde a vítima estava caída não localizaram a câmera.

Dúvidas

A delegada Andrea Dantas Levy, responsável pelo registro do caso, cita que os seis detidos, entre eles os três instrutores presos por homicídio com dolo eventual e outras três pessoas ligadas pela realização do salto, foram questionados sobre o equipamento, mas “afirmaram desconhecer sua localização”, declaração existente no Boletim de Ocorrência (B.O).

Eles foram liberados após prestarem depoimento.

A localização da câmera vai permitir entender a dinâmica da queda, o último diálogo entre vítimas e instrutores e se houve algum tipo de orientação e/ou cuidado quanto à prática naquele momento.

A reportagem apurou, no entanto, que, por ora, a polícia não tem previsão de realizar novas buscas para tentar localizar o equipamento.

GoPro de jovem morta em rope jump deve ajudar a reconstituir acidente - destaque galeria
6 imagens
Maria Eduarda caiu de uma altura de aproximadamente 40 metros e sofreu politraumatismo. Ela não resistiu aos ferimentos e morreu no local.
Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, que morreu após ser jogada sem corda da Ponte do Esqueleto, em Limeira, no interior de São Paulo, durante a prática de rope jump, fez registros do passeio nas redes sociais pouco antes do acidente
Em uma das publicações, feita por volta das 7h30, Maria Eduarda mostrou uma foto do local e brincou: “Quem foi o doido que deixou eu vir pular de uma ponte?”.
Academia em que a jovem trabalhava lamentou a morte
Trio preso possuía profissões distintas. Maicon Fernandes Cintra (à esquerda), Luis Felipe Feliciano Egoroff (ao centro) e Vitor de Freitas Gonçalves (à direita) foram indiciados por homicídio com dolo eventual, quando assume o risco de morte em rope jump
Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos
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Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos

Reprodução/Redes sociais
Maria Eduarda caiu de uma altura de aproximadamente 40 metros e sofreu politraumatismo. Ela não resistiu aos ferimentos e morreu no local.
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Maria Eduarda caiu de uma altura de aproximadamente 40 metros e sofreu politraumatismo. Ela não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

Reprodução/Instagram
Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, que morreu após ser jogada sem corda da Ponte do Esqueleto, em Limeira, no interior de São Paulo, durante a prática de rope jump, fez registros do passeio nas redes sociais pouco antes do acidente
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Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, que morreu após ser jogada sem corda da Ponte do Esqueleto, em Limeira, no interior de São Paulo, durante a prática de rope jump, fez registros do passeio nas redes sociais pouco antes do acidente

Reprodução/Instagram
Em uma das publicações, feita por volta das 7h30, Maria Eduarda mostrou uma foto do local e brincou: “Quem foi o doido que deixou eu vir pular de uma ponte?”.
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Em uma das publicações, feita por volta das 7h30, Maria Eduarda mostrou uma foto do local e brincou: “Quem foi o doido que deixou eu vir pular de uma ponte?”.

Reprodução/Instagram
Academia em que a jovem trabalhava lamentou a morte
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Academia em que a jovem trabalhava lamentou a morte

Reprodução/Instagram
Trio preso possuía profissões distintas. Maicon Fernandes Cintra (à esquerda), Luis Felipe Feliciano Egoroff (ao centro) e Vitor de Freitas Gonçalves (à direita) foram indiciados por homicídio com dolo eventual, quando assume o risco de morte em rope jump
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Trio preso possuía profissões distintas. Maicon Fernandes Cintra (à esquerda), Luis Felipe Feliciano Egoroff (ao centro) e Vitor de Freitas Gonçalves (à direita) foram indiciados por homicídio com dolo eventual, quando assume o risco de morte em rope jump

Reprodução/Redes sociais

Entenda o caso

  • Uma jovem de 21 anos morreu após cair de uma altura de 40 metros durante prática conhecida como rope jump.
  • Vídeos mostram três instrutores levantando a vítima e, em seguida, a jogando da Ponte do Esqueleto, em Limeira, interior de São Paulo.
  • Praticantes da modalidade percebem que a jovem estava sem cordas. A queda assusta os presentes.
  • Um amigo da jovem, que perdeu a vida na queda, ficou em choque ao presenciar o ocorrido e precisou ser internado devido ter ficado em choque.
  • Três instrutores que aparecem nos vídeos foram presos por homicídio com dolo eventual, quando há risco de morrer, mesmo que sem intenção de matar.
  • A Justiça decidiu que os três permaneçam presos. A prisão em flagrante foi convertida para preventiva.

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