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São Paulo

Justiça mantém instrutores presos por morte de jovem em rope jump

Justiça converteu as prisões em flagrante em preventiva dos três instrutores presos pela morte de jovem após salto sem cordas em SP

Repórter de São Paulo14/06/2026 11:52
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Reprodução/Redes sociais
Montagem colorida de trio preso por morte de jovem arremessada sem corda em prática de rope jump, no interior de São Paulo.

A Justiça de São Paulo (TJSP) manteve presos três instrutores pelo homicídio de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, que perdeu a vida após ser arremessada de uma plataforma de, aproximadamente, 40 metros para a prática de rope jump, em Limeira, interior da capital paulista. A decisão é deste domingo (14/6), após audiência de custódia.

Maicon Fernandes Cintra, de 42 anos; Luis Felipe Feliciano Egoroff, de 32; e Vitor de Freitas Gonçalves, de 27, são os homens filmados levantando a vítima e, depois, a jogando do alto da Ponte do Esqueleto.

O Metrópoles questionou a Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) para saber qual unidade abrigará os homens. Até a públicação desta reportagem, a pasta não havia respondido. O espaço segue aberto para manifestação.

A reportagem apurou que cada homem preso tinha uma área de atuação diferente. Por exemplo, Luis Felipe é bombeiro civil, conforme divulgado pela Polícia Militar.

Já Vitor de Freitas, segundo último registro da Carteira de Trabalho, é operador turístico. O homem estaria há um certo tempo no estado de São Paulo, mas é gaúcho, especificamente de Bento Gonçalves.

O único a ter empresa declarada é Maicon Fernandes. Dados obtidos pela reportagem mostram que o administrador tem uma empresa de pós-produção cinematográfica.

Veja novos ângulos do acidente: 

Entenda o caso

Maria Eduarda Rodrigues de Freitas morreu nesse sábado (13/6) por politraumatismo após queda livre de 40 metros da Ponte do Esqueleto, em Limeira. Três instrutores esqueceram de pôr as cordas de segurança para a prática do rope jump.

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Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, que morreu após ser jogada sem corda da Ponte do Esqueleto, em Limeira, no interior de São Paulo, durante a prática de rope jump, fez registros do passeio nas redes sociais pouco antes do acidente
Em uma das publicações, feita por volta das 7h30, Maria Eduarda mostrou uma foto do local e brincou: “Quem foi o doido que deixou eu vir pular de uma ponte?”.
Maria Eduarda caiu de uma altura de aproximadamente 40 metros e sofreu politraumatismo. Ela não resistiu aos ferimentos e morreu no local.
Academia em que a jovem trabalhava lamentou a morte
Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos
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Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos

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Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, que morreu após ser jogada sem corda da Ponte do Esqueleto, em Limeira, no interior de São Paulo, durante a prática de rope jump, fez registros do passeio nas redes sociais pouco antes do acidente
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Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, que morreu após ser jogada sem corda da Ponte do Esqueleto, em Limeira, no interior de São Paulo, durante a prática de rope jump, fez registros do passeio nas redes sociais pouco antes do acidente

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Em uma das publicações, feita por volta das 7h30, Maria Eduarda mostrou uma foto do local e brincou: “Quem foi o doido que deixou eu vir pular de uma ponte?”.
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Em uma das publicações, feita por volta das 7h30, Maria Eduarda mostrou uma foto do local e brincou: “Quem foi o doido que deixou eu vir pular de uma ponte?”.

Reprodução/Instagram
Maria Eduarda caiu de uma altura de aproximadamente 40 metros e sofreu politraumatismo. Ela não resistiu aos ferimentos e morreu no local.
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Maria Eduarda caiu de uma altura de aproximadamente 40 metros e sofreu politraumatismo. Ela não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

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Academia em que a jovem trabalhava lamentou a morte
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Academia em que a jovem trabalhava lamentou a morte

Reprodução/Instagram

O sepultamento da jovem ocorreu neste domingo, marcado por forte comoção de amigos e familiares no Cemitério Municipal de Jandira, região onde ela morava com a família.

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